Em 2007, o publico de horror ficou visivelmente constrangido em saber que O Número 23, filme onde tem um tema central a vida de um homem girando em uma paranóia com um número que aparecia constantemente em sua vida. Porém infelizmente, nem mesmo o carisma de Jim Carrey salvou o projeto do fiasco. Mas esses mesmo temas, sendo bem utilizado, fazendo com que fatores tão simples funcionem de um jeito que agrade o publico versátil. Isso, The Nines conseguiu.
Bem, acredita-se que o filme chegará aqui no Brasil em meados de abril (duvido) e conta no elenco Ryan Reynolds, Hope Davis, Melissa McCarthy e Elle Fanning e ainda dirigido por John August, o mesmo roteirista de Peixe Grande, A Noiva Cadáver e do remake de A Fantástica Fabrica de Chocolate. Poderia se dizer que baseado no que vimos no ano passado, ter-se-ia novamente o trauma de desperdício de ótimos temas, mas graças a um conjunto competente, não se tem esse problema.
John August faz uma direção primorosa no sentido de tratar os universos de seus personagens de acordo com a proposta de criar um filme bizarro mas sem cair nos problemas que a bizarrice faz. Conseguiu ser audacioso principalmente nos segmentos posteriores ao primeiro que são totalmente diferentes tanto em proposta e tanto no desfecho. E assim é The Nines, um filme que consegue ser simples em sua proposta e ser bizarro mas sem cair na complexidade. Uma grata surpresa onde ultimamente as ciências exatas foram tão mal tratadas por paranóias e complexidades de fundo de garagem.

The Nines
Diretor: John August
Elenco: Ryan Reynolds, Hope Davis, Melissa McCarthy, Elle Fanning
Gênero: Drama/Suspense/Fantasia
Cotação do filme: 80% - Filme Indispensavel
Momento Memoravel - A atuação supreendente de Ryan Reynolds
Se Gostou dele ... Recomendo:
Pi
Donnie Darko
Peixe Grande
Finder's Fee - Uma Aposta Milhonaria
Eu sou um pouco traumatizado com essa história de números e cinema, mas pelo visto(teu texto) vale a pena conferir esta pelicula!
ResponderExcluirGustavo Madruga
Tomara que venha logo pra cá... e tbm tomara que não siga a "maldição" do outro número: o 23... pelo que li dos eu coemntário, parece não seguir e isso é muito bom...
ResponderExcluirabraços
Ryan Reynolds parece estar querendo seguir os passos de gente como Josh Hartnett e sair dos filmes bestas para os materiais desafiantes.
ResponderExcluirJoão, a Melissa McCarthy é conhecida de quem acompanha os seriados pelos seus papéis fixos em "Gilmore Girls" e "Samantha Who?". Ela é ótima em comédias e, que bom, que também sabe fazer papéis dramáticos.
Boa dica, gostei. Espero não me decepcionar, como em Número 23.
ResponderExcluirAbraço!!!
Assisti o filme já, duas vezes, o tenho aqui em casa e pelo visto terei de ver novamente. um filme estranho, interessante, mas que ainda (confesso) não entendi.
ResponderExcluirComo o solitário jim disse, tb ja assisti o filme duas vezes, realmente interessante e difícil de entender, não entendi o que o filme nos queria passar é um filme intrigante.
ResponderExcluirGalera, sinistro esse filme... aqui em casa eu fui o único que gostou dele. Adorei.
ResponderExcluirNão é complicado entendê-lo, para tal não se deve procurar complexidade neste filme, o assunto principal é explicado explicitamente pelos personagens, então é só abrir a mente e aceitar o que eles dizem sobre o protagonista.
Sabe, quando eu era bem pequeno, uns 5 anos de idade, eu idealizava que o mundo todo existia somente por minha causa, que eu era o centro do mundo e que todos os rostos que eu via e todas as coisas que aconteciam eram criações minhas, frutos da minha propria criatividade... foi interessante
Interesante seu ponto de vista
ResponderExcluirUma porcaria.
ResponderExcluirHorrivel... Eu entendi o filme e achei uma porrrrrcaria... Um dos piores que ja vi
ResponderExcluirse vc achou ruim, n entendeu.. se entendeu e ainda achou ruim, é pq tem um nível de percepção de Vida e do Ser que é baixíssimo. mente fechada, espírito pobre! o filme é muito bom, o roteiro é sobre a Vida, não essa ou aquela, a Vida, em toda sua Dimensão, questiondo o que o homem entende ser e o reapresentando o humano como um Ser que ele nem sabe que é..
ResponderExcluirQue treta de filme... Não percebi um cu xD
ResponderExcluirAssim como o filme que mais amo Donnie Darko, o The Nines aborda a física quântica e a coexistência de nós mesmos e tudo o que nos cerca em três realidades. Eu enxergo uma bola de basquete no canto, mas, será que ela está no canto? Ela pode estar no canto, atrás de mim ou na minha frente. E o número nove é um ingrediente misterioso e uma probabilidade.
ResponderExcluirAcabei de rever o filme e fui atrás de respostas que aqui escrevo. Talvez The Nines enfoque teorias de ser multidimensional e realidades simultâneas. A escala numérica de 10 - Deus, 8 - Coalas, 7 - Macacos e 9 - ser multidimensional é uma jogada do diretor. Além disso, mostra que o personagem principal 9), esqueceu de sua condição multidimensional e se apegou extremamente á realidade linear dos seres humanos (7) E me parece que os personagens (Sarah, Susan e Sierra) são (9), pois buscam despertar o personagem principal de sua condição multidimensional. Notem que o personagem principal deixa a matéria corporal, tornando-se num bólido luminoso e arremessado ao espaço sideral ao final do filme. Segue um apanhado teórico, filosófico e científico da teoria quântica multidimensional - "Ser um humano multidimensional é estar conscientemente em vários locais diferentes ao mesmo tempo, pois existimos em diversas realidades. Vocês já devem ter ouvido falar que existem outras porções de vocês mesmos que estão muito mais unidas e que sabem muito mais que vocês, pois é, isso é verdadeiro, então, como vamos poder saber quando esses outros aspectos do nosso ser vão começar a se manifestar? Aí então, começaremos a descobrir aspectos nossos que existem no não físico, ou partes de nós que vivem de outra forma, desenvolvendo outros potenciais e até mesmo, vivendo em outros planetas." - danielbrasilsm@hotmail.com
ResponderExcluirSe a gente peidar nove vezes, como o último peido não vai ser sonoro contaremos oito vezes, porém, se peidarmos sete vezes e arrotarmos duas, teremos - The Nines. Está aí a explicação do filme sem um croquete gay transando com satã na firma sem cabelo do cavalo soberbo de uma mulher em chamas sobre o leito da negra morta.
ResponderExcluirSe a gente peidar nove vezes, como o último peido não vai ser sonoro contaremos oito vezes, porém, se peidarmos sete vezes e arrotarmos duas, teremos - The Nines. Está aí a explicação do filme sem um croquete gay transando com satã na firma sem cabelo do cavalo soberbo de uma mulher em chamas sobre o leito da negra morta.
ResponderExcluirBLOG PODRE E ACABADO QUE SÓ TEM UM CHEIRO DO ALÉM, DO ALÉM , DO ALÉM, DO ALENCAR.
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