
Edward Malus é um policial rodoviário pacato, mas foi testemunha de um acidente cruel que não pode impedir. Atormentado com que viu, sofre de pesadelos e alucinações. Mas uma carta de sua ex-noiva que diz que a filha dela desapareceu faz com que ele volte à ativa. E ele vai a procura da menina na estranha SummersIsle, uma estranha ilha que nada é o que parece e a cada vez que descobre uma pista nova mais ele se aproxima do encontro com o homem-palha
The Wicker Man é mais um remake do ano menos criativo do cinema de horror, que foi 2006, mas com uma ressalva muito estranha, de invés de se chamar O Homem Palha como o original, aqui no Brasil ficou como O Sacrifício (?). O filme é dirigido por Neil LaBute, o mesmo de Enfermeira Betty e Possessão. E conta no elenco Leelee Sobieski, Kate Beahan, Ellen Burstyn e Nicolas Cage no papel principal.

Antes de tudo, para quem não sabe... O Homem de Palha é considerado por muitos como o melhor filme de horror britânico de todos os tempos, e que conta no elenco apenas o “fraquinho” Christopher Lee em sua época áurea do horror e Britt Ekland. E anos depois em um ano que o cinema de horror só deu vergonha (os únicos exemplos para muitos de originalidade foram Abismo do Medo, O Albergue e Three Extremes). Saiu a noticia de que iriam fazer o remake dele. O responsável foi o Neil LaBute, que para muitos, é considerado um cineasta seguro e que sabe lidar com sentimentos humanos faz um tipo de virada de mesa e lidar com um gênero que ele até então era desconhecido que é o horror. Mas o resultado final é o que ainda tenta buscar uma explicação plausível...
Os atores no filme, bem, é melhor logo falar do elenco feminino, uma lastima... Péssimas atuações, atrizes mal aproveitadas e principalmente Leelee Sobieski que mau troca frases completas e faz uma das seqüências mais ridículas do filme. O único ator do filme é o Nicolas Cage, ele faz uma atuação que beira na canastrice e o ridículo. A trilha do filme tenta resgatar aquelas trilhas dos filmes dos anos 60/70 de filmes de suspense... Pelo menos nisso o filme acertou. A direção de Neil LaBute em alguns momentos é incrível e até mesmo surpreendente para quem nunca fez um filme de horror ... Mas nessa brincadeira ingênua comete erros grosseiros. Mas o pior do filme todo se chama roteiro(que foi escrito pelo próprio diretor), por que ele é a espinha dorsal de qualquer filme, independente do que seja, e nesse filme o roteiro dele é basicamente fraco demais. E junto com o roteiro fraco vem a péssima condução. Se bem que na sua primeira hora de filme chega até ser o que se pode dizer, um filme que dá pra assistir em um sábado que não acontece nada, mas quando chega a uma determinada parte do filme, ele começa a desandar e daí surge vários momentos degradantes e nem o final que poderia ser aceitável, não é... E fora a parte ridícula de Nicolas Cage usar uma roupa de urso... Degradante.
Um filme que tinha tudo para ser um filme perturbador se torna em um filme irregular e que não assusta ninguém, uma película que o roteiro fraco e péssima condução afastam qualquer espectador. Cenas que são vergonhosas de se ver. Pelo menos o diretor fez algo que é difícil hoje, aceitar desafios e tentar colocar as suas características
4,0

Naum vou ler a crítica antes de ver o filme para naum ifluenciar,se bem q ver a nota já é uma grande influência.Mas gosto muito dos traalhos do Neil La Bute.
ResponderExcluirE aí. Passando para deixar um alõ. um abraço!!!
ResponderExcluirEm suma, o filme é irregular, mas não pelos pontos que você mencionou. Existe sim uma falha gritante por parte do roteiro, mas o maior pecado de LaBute (cineasta que admiro, mesmo tendo visto pouquíssimos de seus filmes) é não conseguir se distanciar do argumento original. O diretor que é aclamado pela ousadia acaba deixando essa qualidade de lado (no filme original, por exemplo, existia inúmeras sequências de conteúdo obsceno, que foram limadas e apenas sugeridas na refilmagem). Não é um sacrifício ver ao filme, mas poderia ser muito mais do que é.
ResponderExcluirFraco, medonho e completamente denecessário, o ano poderia ter passado sem essa humilhação de Nicolas Cage.
ResponderExcluirNota 5.0
Pô, perdi esse filme quando estava em cartaz aqui em Goiânia. Mas esnobar Leelee Sobieski já não é bom sinal, ehehhehehehe... ela é uma ótima atriz, pelo visto o diretor não soube aproveitar o que tinha em mãos..
ResponderExcluirabs!