
Uma coisa é inegável, o filme O Massacre da Serra Elétrica é um dos filmes mais importantes do horror de todos os tempos. Foi o primeiro projeto da Platinium Dunes, a produtora de horror do diretor Micheal Bay usou para iniciar os caminhos da nova empreitada, deu certo entre aspas, para uns o filme é inútil, outros o máximo ou muito furor para pouca coisa. Dois anos se passaram e eles decidiram fazer um tipo de um prequel sobre a história e o que parecia um filme que inala bomba, se tornou uma interessante surpresa.
Thomas Hewett nasceu em agosto de 1939 dentro de um matadouro em Texas, mas o garoto é deformado e horrível, e foi jogado na lata do lixo. Mas uma senhora o achou e levou para cuidar. Com o tempo ele começou a trabalhar dentro do matadouro, mas em 1969 começou uma crise na cidade, a estiagem ficou fora de controle, inclusive fechando o matadouro aonde Thomas trabalha, mas inconformado matou um dos donos e achou um instrumento que marcará a vida dele... Ao mesmo tempo, dois jovens casais estão viajando o incrível e seco estado do Texas e durante a viagem acontece um acidente com uma motoqueira e a partir desse acidente, eles irão conhecer o verdadeiro inferno.

Acho que pode até ser uma nova febre nos filmes de horror mostra o inicio de suas franquias, exemplos não faltam como Possuída, O Exorcista, Ringu e entre outros, mas o interessante é que o campo que esses prequel têm é de saciar os fãs de determinadas series saberem o do por que determinados personagens são daquele jeito, tem determinadas atitudes e por ai vai. O problema é que eles podem ser bons ou um filme desnecessário.

O resultado final agrada, é um bom filme de horror, mas que tambem escorrega nos famosos clichês dos filmes do gênero, mas que pelo menos satisfaz aos fãs do Leatherface. Mas só tem um problema, ele demora e muito a usar o famoso instrumento, mas quando usa, preparem-se para violência extrema, tensão nas alturas. Não é o melhor filme do ano de horror, mas é muito melhor do que se saiu ultimamente.
7,5

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