X-Men 3 - O Confronto Final


Não que seja repetitivo, mas sempre irei repetir a minha tese, quando uma franquia chega ao terceiro filme, ou decola ou despenca de vez e desta vez o filme escolhido foi X-Men 3-O Confronto Final, o que poderia se esperar uma coisa grandiosa... Mas não se viu nesse filme.

Na nova aventura, Os X-Men precisam enfrentar a própria evolução na forma de sua ex-integrante, Jean Grey, agora possuída pela força cósmica da Fênix Negra, auxiliados por dois novos recrutas (o Anjo e o Fera). Jean se tornou um perigo para ela mesma, para os mutantes e para todo o planeta. Para combater esta ameaça, é inventada uma cura para os mutantes. Se isso não bastasse, os X-Men ainda têm que lidar com Magneto, Mística, Fanático e outros mutantes da Irmandade.

Bem, o terceiro filme já começou complicado nos bastidores em que sentido, primeiro a saída de Bryan Singer que saiu para fazer Superman Returns e deixou o pessoal da Fox arrancando os cabelos de raiva e para tentar tapar o buraco chamaram o primeiro diretor que foi Matthew Vaughn, produtor de Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes e Snatch e diretor de Nem Tudo é o que Parece. E o engraçado que ele chamou até um ator britânico para seu filme que foi Vinnie Jones (que faz Fanático), mas na hora das filmagens ele desistiu por motivos familiares e chamaram Brett Rattner que por sinal... Lembrou-me de um diretor que pegou na terceira franquia e... Depois explicarei.



Bem, o roteiro do filme de primeira vez se pensa de primeira, cara... Esse vai ser o filme do ano, mas o roteiro nunca pensou que fosse tão fraco, fora mal escrito e mal contado. Bem, a produção do filme não se pode falar nada, muita ação, todos os elementos que o publico povão leigo gosta, mas quem é fã do gibi sabe que o resultado não é nada agradável aos olhos. A trilha sonora não é tão poderosa feita os dois filmes passados se tornando algo que mal se dá para ouvir. Bem o elenco é altamente desperdiçado, serio mesmo, vejamos Ellen Page, Vinnie Jones e Ben Foster são perfeitos exemplos de desperdiço fora a grande atuação de 5 minutos de James Mardsen no filme. O elenco principal fez a sua parte, mas mesmo assim a história é fraquinha e não ajudou a demonstrar tudo que deveriam. A direção de Brett Rattner é um exemplo de compensação, colocar muita ação para compensar o fraco roteiro e ele nos faz lembrar de Joel Schumacher em Batman Eternamente aonde se vê uma história cheia de ação e pouco roteiro e depois na sua continuação...

Um filme altamente fraco, mas que supre as necessidades de um espectador comum de hoje que é não ver um filme que pensa e sim quer ver ação, explosões e tudo do gênero, uma frustração para quem é fã dos quadrinhos, mas alegria para quem gosta de filmes de ação. Por isso que fica certa essa frase que nem um grande elenco, muita ação e produção pesada nos garantem um bom filme... E se vier o quatro... E com esse mesmo diretor... Mais uma série vai pro saco ...

6,0



Ps: o motivo de colocar a foto de Ellen Page e de Vinne Jones por que eles dois fizeram a melhor cena do filme sem duvida ...









Comentários

  1. Cara muito legal teu blog, mas achei esse 6,0 pra o X-Men 3 muito injusto...

    o roteiro tem alguns pontos negativos sim, mas também tem muitos pontos positivos. um dos grandes problemas é que o filme sofre da "síndrome final fantasy 6", então é MUITA gente, ficando difícil dar um maior destaque pra alguns dos personagens... o filme fica todo na relação logan e fenix, mas nada que não possa ser relevado... agora o que tira muitos pontos do filme e não dá pra perdoar foram algumas invenções do roteiro... fanático mutante? jean gray pode acabar com a terra? vampira chamada marie? pyro fazendo fogo? calisto super-veloz? tsc tsc... flw...

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  2. Adaptações de gibis sofrem de um grande mal: esquecem história e colocam muita ação e vice-versa. X-Men III: O Confronto Final é um entretenimento muito divertido de se conferir, e supera as mesmices do Homem-Aranha, mas parece se limitar em apenas este quesito. O que ocorre é que Brett Ratner parece perdido em criar personalidades de tantos mutantes (ao exemplo de Anjo, em apresentação canhestra), e mais experiente ao esbanjar efeitos especiais. Serve para conferir a cenas de lutas bacanas, mas a falta de Bryan Singer na direção é das maiores...

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