28 de junho de 2008

WALL-E

Idiocracia fala de um jovem que ficou preso em um caixão criogenado e só acordou por acidente depois de 500 anos onde a terra se tornou um mundo cheio de lixo e que toda a sua população está completamente burra. Casa Vazia fala a história de um jovem que fica perambulando em casa em casa e numa dessa acha uma mulher amargurada da rotina e que foge com ele para sentir outras sensações. E 2001, para muito (e para mim também) é o melhor filme de ficção cientifica de todos os tempos no qual mostrava um futuro quase remoto onde viagens fantásticas e a dependência das maquinas era evidente.

Em um futuro próximo a terra será praticamente inabitada. Todo o planeta será coberto de todo e qualquer tipo de lixo. O governo na época deu a idéia e fez em larga escala um modelo de robô para reciclar lixo e transformar em cubos. Assim para a solução para o problema foi Waste Allocation Load Lifter – Earth Class. Porém o projeto não deu certo assim forçando o êxodo humano para o espaço e só voltar quando a situação da terra melhorar.

700 anos se passam e a única coisa que existe na terra é o WALL-E. passando o tempo útil construindo novos prédios baseados em lixos cúbicos. Porém a solidão na terra mexe na vida útil do robô. Todos os dias ele colhe coisas significantes para si como lembranças do que se chama vida. Porém as dores desse convívio batem quando ele coloca uma fita de um belíssimo musical.

O nono filme da Pixar Animation Studios, WALL-E chega aos cinemas de todo o mundo. E ganhou mais força depois da “consagração” de Ratatouille no Oscar de 2008 e expectativas para o novo filme é igual a proposta do próprio, está lá no espaço. Além disso, o personagem principal, o robozinho carismático WALL-E é bonitinho, mas agora, se o filme mostra serviço...

A solidão do robozinho se acaba com a chegada de EVE (EVA na versão nacional), uma robozinha poderosa que tem uma missão especifica de que é achar uma amostra de fotossíntese. E a química (?) deles dois se torna visível pela ingenuidade do robozinho, porém quando ela acha a plantinha ela fica desligada e nisso ele fica cuidando dela. Porém uma nave retorna para pegar ela de volta e nisso, temendo a solidão, ele pega “bigu” na nave e começa uma belíssima aventura.

Desde primeiro trailer, a expectativas para o novo filme já começaram altas, já que o trailer evidenciava uma trilha de trabalho SE não tivessem renovado o contrato com a Disney, porém já no seu primeiro longa-metragem a linguagem de animação que eles colocaram mudou totalmente os rumos do cinema. Assim sucesso após sucesso a Pixar começou a ter um caminho sólido e agora um dos seus primeiros projetos conseguiu depois de vários anos na espera.

Vamos falar logo do ponto mais forte do filme, o inicio. A perfeição técnica desse filme é de encher os olhos. Nunca vi tantos detalhes na história da Pixar, e aqueles que acharam que Ratatouille foi perfeito, esqueçam... WALL-E dá um verdadeiro espetáculo em cena, assim lembrando até mesmo 2001 de Kubrick. Principalmente nas seqüências no espaço entre os dois robôs e na viagem a colônia espacial.

Agora, tirando o visual, vêm os seus problemas. O roteiro do filme tem três partes distintas sendo que na primeira parte poderia se dizer que estaríamos vendo o melhor filme da Pixar, mas quando começa a segunda parte começamos a ver um filme que segue a linha de Idiocracia no qual mostra os humanos preguiçosos e burros. Até algo curioso que não pensava que iria ver era a cadeira que fazia tudo para quem está sentado aparelho usado também no filme de comedia. Outro momento que também incomoda é de como é desenvolvido o vilão, uma espécie de Hal 9000 simplificado fazendo pensar em um seguinte modo, que os criadores entenderam a filosofia de 2001 e quiseram colocar em pratica, não deu certo, apesar de ter uns momentos engraçados.

Mas mesmo sabendo do filme todo, o que seduz, hipnotiza qualquer espectador são os atos inocentes do robô (apesar de alguns serem forçados) e o romance dele entre EVE. Um romance que consegue transpor as palavras, formadas por gestos, atos e carinhos. E muitas seqüências deles dois além do visual impecável principalmente o balé no espaço ao som de Danúbio Azul (pode se dizer a única referencia aturável de 2001). Pode se dizer que dependendo da recepção do publico (extremamente positiva) vai se tornar um dos casais mais memoráveis do cinema.

WALL-E pode se dizer que a Pixar fez um dos filmes tecnicamente mais belos, porém o seu conteúdo ficou devendo um pouco apesar de ter boas mensagens. Bem melhor do que o hipermegaultraübersuperestimado Ratatouille e com folgas, mas ainda perde para os grandes clássicos da produtora. Ficou evidente em seu longa uma tentativa de criar o 2001 da animação, porém suas pretensões exageradas ofuscaram e transformaram o filme em 2010. Porém anos-luz de ser ruim... Candidato fortíssimo ao Oscar de Animação (por falta de opção). Mas fica um recado para a Pixar, muitas vezes obras primas não nascem com pretensão, mas sim com o coração. Alguns irão sentir isso em WALL-E, eu não senti, mas mesmo assim o filme é YUMM-E!

Ficha Tecnica
WALL-E
Diretor: Andrew Stanton
Com Fred Willard e as vozes de Ben Burtt, Elissa Knight, Jeff Garlin, John Ratzemberger, Kathy Najimy e Sigourney Weaver
Gênero: Romance/Ficção Cientifica
Cotação: 60% - Filme Assistivel

27 de junho de 2008

Especial O Exterminador do Futuro - Primeiro Filme

“Nós estamos procurando a cena pela cidade esta noite 
Estamos te procurando para começar uma luta 
Há um sentimento demoníaco em nossas mentes 
Mas não é novidade, você sabe, isso nos deixa loucos”



Há algo estranho na cidade de Los Angeles.
Um homem de estrutura forte, de olhar gélido e com sede de matar está deixando um rastro de corpos.
Porém ele tem uma peculiaridade estranha: Ele tem um alvo em comum, a garçonete Sarah Connor.
Mal sabe ela do por que de ser perseguida. Do por que um estranho insiste em ajudar ela.
Agora o que nós sabemos que ele não é humano, ele é algo além da nossa compreensão
Uma máquina com um propósito: EXTERMINAR.


No começo dos anos 80, pode se dizer que foi o período mais fértil para a ficção cientifica, além da saga Star Wars conquistando legião de fãs, ainda teve de brinde Fuga de Nova York de John Carpenter e Blade Runner de Ridley Scott. Porém um dos filmes definitivos para a década e principalmente para algumas figuras, é com certeza O Exterminador do Futuro de James Cameron.



“Nossas mentes estão pegando fogo com vontade de matar
E não vai passar até que nossos sonhos sejam completados 
Há apenas uma coisa em nossas mentes 
Não tente fugir 
Pois você é quem devemos encontrar”


Em 2029, em um dos prováveis futuros, acontece uma guerra nuclear nos meados dos anos 90 no qual quase dizimou a raça humana e nesse futuro, as máquinas tomam o controle do mundo, porém um homem decidiu lutar contra essa tirania e ele se chama John Connor. As máquinas, em um pensamento defensivo com caráter de ataque, decidem ir para o passado para cortarem pela raiz o seu inimigo, a mãe do salvador. Sabendo do plano, os humanos mandaram um protetor... a pergunta é, quem chegará primeiro.


Depois desse filme, a linguagem de fazer filmes de ação mudou drasticamente, mas para melhor. O roteiro ágil de Cameron e de Gale Ann Hurd, que é mais forte como produtora e de filmes conhecidos do povão como Armaggedon, os dois filmes de Hulk e Justiceiro e produtora da trilogia do Exterminador, não faz com que o espectador fique perdido e além de ser bem transmitido.



“Correndo
Em nosso caminho se escondendo 
Você irá pagar morrendo 
Mil mortes” 


Aproveitando e fazendo uma homenagem a Stan Winston que morreu recentemente. Os efeitos de maquiagem desse filme podem soar hoje antiquados, já que claramente se se percebe que é um boneco, porém ainda consegue chocar e ser eficiente. Principalmente na seqüência final onde mostra o robô propriamente dito. Pode-se dizer, impecável em todos os sentidos assim provando que o importante não é ser perfeito, mas se tornar inesquecível com o que tem.


E Arnoldão... Muitos ainda o reclamam como ator, nem ligo muito. No filme com seu olhar gélido, feições sombrias e frases curtas, porém de um efeito devastador fazem do Exterminador T-101 um dos mais macabros do cinema, assim juntando com outra máquina Hal-9000. Também Linda Hamilton sintetiza bem o papel da moça que no começo é ingênua e que cresce de acordo com a trama.



“Procurando, procurar e destruir
Procurando, procurar e destruir” 


Cameron em seu terceiro filme mostrou amadurecimento e aperfeiçoamento em questão de direção. E curiosamente o primeiro filme da saga pode se datar também como terror. Veja que curioso: o filme tem um vilão praticamente indestrutível, a trilha de sintetizadores de Brad Fidel (impecável) dando mais tensão à trama, mortes seqüenciais a sangue frio e seqüências arrepiantes como a da delegacia e a final onde até hoje ainda sente a agonia gelar a espinha. Tá bom ou quer mais?


Também saiu o jogo do filme, a primeira versão saiu para o Mega Drive, apesar de ter poucas fases, o jogo é extremamente difícil e tem uma jogabilidade nada agradável. Já a versão do Super Nintendo já tem os gráficos melhorados e segue muito bem a linha do filme, apesar da ultima fase fraquejar. E o titulo mais curioso sobre o primeiro filme com certeza é o crossover entre Robocop contra O Exterminador que ainda teve um HQ baseado na briga e detalhe, o criador foi nada menos do que Frank Miller, o mesmo de 300 e Sin City!


O Exterminador do Futuro é com certeza um dos melhores filmes de ação já feitos na história do cinema. Um marco de como fazer filme e provando que a década de 80 foi uma década fértil para o cinema fantasia onde o importante não era ser bem feito, mas sim levar o espectador a um mundo muito além do que ele permita. Um filme extremamente obrigatório para todos os cinéfilos.


Ficha Tecnica

O Exterminador do Futuro (The Terminator)

Direção: James Cameron

Elenco: Arnold Schwarzenegger, Micheal Biehn e Linda Hamilton

Gênero: Ação/Ficção Cientifica/Horror

Cotação: 94% - Filme Obrigatório

24 de junho de 2008

Postagem Dupla: 10.000 A.C. e Jogo de Amor em Las Vegas


Assim, você já viu algum filme que você assiste tenta acreditar que aquilo está realmente acontecendo e fica se questionando: Fizeram-me de palhaço ou que? É assim o que me senti vendo 10.000 AC. O mais novo filme do cara mais original do mundo, Roland Emmerich, onde tem dois objetivos em seus filmes, destruir algo ou destruir boas idéias que foram colocadas no mundo do cinema.


Para se dizer a verdade a história é tão cretina que fica difícil falar algo dele, só se sabe que tem a haver com trocentas profecias que aparecem no filme e todas são tão ridículas que chega a ofender o espectador, principalmente do meio pro final. Fora isso, péssimas atuações, principalmente de Cliff Curtis (Sunshine, Duro de Matar 4.0) no qual tem uma cena que a cara dele remete uma coisa “que raios estou fazendo aqui”. E algumas cenas de ação são extremamente dolorosas de se ver. Assim provando uma coisa: Emmerich quer ficar par a par com Uwe Boll.


Disparado, junto com Amor em Tempos do Cólera e REC, como um dos piores filmes do ano de 2008. Uma ofensa a sua mente em termos de cinema. Nem para divertir isso presta. Ainda bem que vi de graça, assim o prejuízo é menor. Eita saudades de A Guerra do Fogo...


“Vamos simbora!, Pro Bar! BEBER, CAIR E LEVANTAR!!!!” é a musica que sintetiza o começo do filme Jogo de Amor em Las Vegas, filme que tem os especialistas em filmes mamão com açúcar Asthon Kutcher, o cara que ta comendo a Demi Moore, e Cameron Diaz, uma das panteras no qual me esqueci o nome.


Essa musica popular de forró fala brevemente o que irá acontecer na primeira parte do filme. Joy é uma moça que trabalha na Bolsa de Valores que foi dispensada de seu namorado. Jack é um folgado que é despedido da empresa do próprio pai. Para esquecer os seus piores momentos eles vão para Las Vegas e lá eles se encontram e se embebedam até dizer chega. Quando a ressaca passa descobrem que estão casados. Na hora da raiva, eles jogam naquela maquina de caça níqueis e ganham uma bolada, o problema é que os dois começam a não se suportar. Porém o juizado obriga a eles dois a conviverem em um casamento forçado durante seis meses se não perdem todo o dinheiro, e agora uma guerra está prestes a começar.


Esse filme traz tudo que vocês já viram como atuações extremamente caricatas, roteiro altamente previsível, trilha sonora chiclete e direção peculiar do gênero. Porém o que atrai nesse filme é o modo curioso como ele trata a relação de casado, apesar de algumas situações exageradas, mas mostra o que o casamento tem de bom. Briga de egos, diferenças existenciais, porém essenciais para conviver um com outro. Não vou mentir, ri em alguns momentos, mas em alguns filmes medianos, se existir uma cena que arrancou um sorriso seu... É lucro.


Cotação dos Filmes:
10.000 A.C. - 12% - Filme Fuleragem
Jogo de Amor em Las Vegas - 48% - Filme Mais ou Menos

22 de junho de 2008

Senhores do Crime

Londres, em seu clima mais denso e escuro que se possa imaginar. Uma adolescente grávida entra em trabalho de parto e por causa das complicações da idade, em seqüência morre. E a parteira Anna preocupada com o futuro do bebê tenta procurar os parentes da adolescente mas sente complicações já que o diário está todo em russo e a única referencia é um restaurante russo no qual o dono é um simpático senhor. Porém quando o tio de Anna traduz o diário, percebe que nem tudo é o que parece e que segredos perigosos rondam o restaurante e principalmente para o motorista que tem o passado mais obscuro do que a sua personalidade.


Senhores do Crime (Eastern Promises) é o mais novo filme do cultuado diretor David Cronemberg e traz de volta o ator perfeito em seus filmes, Viggo Mortensen e completando o elenco, Vincent Cassel, Naomi Watts e Armin Mueller-Strall. Depois do espetacular Marcas da Violência, o diretor repete a dobradinha com o ator que rendeu para o mesmo, a indicação de Melhor Ator, mas perdeu para Daniel Del- Lewis (brigar com o cara é complicado) porém será que a dobradinha de sucesso se repetirá?


O roteiro de Steven Knights retorna a explorar o lado obscuro de Londres no requisito de prostituição e máfias, já que ele já explorou o submundo de trafico de órgãos em Coisas Belas e Sujas. Até ai tudo bem, porém em Senhores do Crime ele entrega uma história segura, porém carente de reviravoltas no quais é melhor deixar o roteiro fluir e levar o espectador ao final ao querer logo matar de cara o que acontece, chato isso.


As atuações do filme são um ponto extremamente positivo. Vincent Cassel, apesar de considerarem um ator limitado, nesse filme não têm do que reclamar dele, e sim brindar de elogios por uma atuação forte e especial como Kirill, um truculento mafioso, porém dotado de ingenuidade e amizade entre ele e Nikolai, personagem de Viggo Mortensen. Naomi Watts a cada filme que faz cresce a maturidade cinematográfica da atriz e nesse filme foi o papel mais tranqüilo da atriz apesar de alguns momentos densos. Armin Mueller-Strall faz uma das melhores interpretações do filme como Semyon, um simpático russo que ao desenrolar do filme se torna um dos personagens mais maquiavélicos da trama. E Viggo Mortensen depois da trilogia dos Anéis cresceu de uma maneira elogiável e nesse filme ele consegue uma atuação sólida, respeitável e marcante só que tem um revés no qual não é uma atuação digna de Oscar, assim aumentando o buraco da injustiça para Denzel Washinghton que fez uma grande atuação em O Gangster (mesmo sabendo que o filme não é isso tudo que dizem).


Cronemberg constrói um universo obscuro em seu longa dotado de preconceito, honra e traição e principalmente de violência que apesar de alguns reclamarem de pouca, mas tem uma das seqüências mais densas no qual qualquer fã do diretor vibra desde começo até o final. Pode se dizer que é um filme previsível, sim. Pode se dizer que o filme não tem algo de novo, sim. Mas dizer que o filme é ruim só por causa dessas características, longe disso. Apenas se pode dizer que é um conjunto de elementos simples que funciona como uma luva para um bom cinéfilo que se preze.


Ficha Tecnica

Senhores do Crime (Eastern Promises)

Diretor: David Cronemberg

Elenco: Viggo Mortensen, Vicent Cassell, Armin Mueller-Strall e Naomi Watts

Gênero: Drama/Suspense/Policial

Cotação: 72% - Filme Indispensavel

19 de junho de 2008

Sweeney Todd - O Barbeiro Demoniaco da Rua Fleet

Ser audacioso é uma coisa. Ser pretensioso é outra. Repetir pontos que sabe que vai ter um retorno seguro nem sempre consegue ser sinônimo de segurança ou de sucesso. Tim Burton parece que tem as cartas nas mangas para seus projetos, sempre com projetos ora macabros, ora excêntricos e os atores Johnny Depp e Helena Bonham Carter. Porém na sua nova empreitada bizarra, o musical Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet pode ser considerado como um novo e excêntrico clássico do diretor, ou uma nova pretensão do esmo?


O seu sucesso é a minha inveja, frase que poderá bem definir o inicio da ruína de Benjamin Baker, um barbeiro de sucesso na Londres do final do século XIX, que despertou inveja no juiz Turpin que com seu poder, mandou prender o barbeiro inocente que depois de vários anos volta com um espírito implacável de vingança, uma nova identidade e planeja com uma viúva que é proprietária das piores tortas de Londres um implacável plano para recuperar a sua filha, Johanna e saciar sua sede de injustiça e ódio.


A história do barbeiro assassino já foi contada para o cinema e para tv muitas vezes. E Burton gosta de projetos que desafiam a sua própria reputação, principalmente quando o assunto é remake quando em um foi bem criticado (Planeta dos Macacos) e outro ovacionado ( A Fantástica Fabrica de Chocolate) porém na adaptação da peça de Christopher Bond, a história divide opiniões.


O roteiro do filme é no mínimo curioso, tenta criar no espectador uma sensação de que algo surpreendente irá acontecer, mas ocorre algo que quem acompanha filme de horror sabe de cor, precisa dizer? Em questão técnica o filme é um primor e com selo Burton de qualidade, apesar dos créditos iniciais parecerem reprise sanguinolento de A Fantástica Fabrica de Chocolate.


As atuações são incríveis, para os coadjuvantes como Timothy Spall (o rapaz conseguiu o feito de fazer outro capanga de vilão legal); Sasha Baron Cohen que mesmo com poucos minutos em cena, conseguiu fazer o espectador rir mesmo com um personagem desprezível; e a revelação Ed Sanders, o garotinho que além de roubar a cena em momentos chaves espetaculares, é dono de uma voz que encanta qualquer um que assista o filme. Já Helena Bonham Carter faz uma atuação digna da atriz, esquisita até dizer chega, fazendo assim empatando com outro melhor papel dela, de Marla Singer de Fight Club, mas ela cantando é doloroso. Porém a atuação mais esperada para mim foi a mais fraca de todas, forçado até dizer chega, Johnny Depp pode ser um ótimo ator, porém esse personagem apenas foi uma recapitulação de alguns personagens criados pelo diretor, ora parecia o Victor Von Dort de A Noiva Cadáver e ora Beetlejuice. Não me agradou muito e que só melhora o ridículo no final com o desfecho típico dos filmes atuais de horror.


Misture os filmes musicais dos anos 50/60 com o gore dos filmes atuais e uma pitada de Escravas da Vaidade e terás Sweeney Todd. Se isso é uma pisada de bola, não posso afirmar apenas o que posso dizer que os fãs de Burton vão vibrar com todas as estripulias do diretor mórbido e ao mesmo tempo cheio de vida. Porém não vibrei quanto um fã poderia vibrar, mas dá para sentir em seu sangue jorrando uma sensação de que poderia ser melhor.


Ficha Tecnica

Sweeney Todd, O Barbeiro Demoniaco da Rua Fleet (Sweeney Todd)

Diretor: Tim Burton

Elenco: Johnny Deep, Helena Bonham Carter, Alan Rickman, Timothy Spall, Jamie Campbell Bower, Laura Michelle Kelly, Jayne Wisener, Ed Sanders e Sasha Baron Cohen.

Gênero: Musical/Horror

Cotação do Filme: 57% - Filme Assistivel

18 de junho de 2008

Amor em Tempos do Cólera

Uma história de amor sempre chama atenção de qualquer um. Ainda mais com toques de romantismos jamais vistos. A história de Amor em Tempos do Cólera é algo de surrealista, mas mesmo assim tem um charme. Imaginar um homem esperar quase sua vida inteira pelo tão sonhado amor, poxa, é lindo demais. Porém quando deixam uma bela história em mãos que não entendem a riqueza do amor de um latino americano para um cara que acha que a magia do amor está numa porcaria de varinha mágica... o resultado, bem (...)


Cartagena, Colômbia. Florentino Ariza a partir do momento que cruza os olhos com Fermina Daza, sente algo fulminante, e ela o mesmo. Mas as dificuldades aparecem no casal principalmente na parte do pai de Fermina que consegue que ela esqueça parcialmente Florentino e casa ela com Juvenal Urbino, o medico que curou a cólera no país. Resta agora Florentino esperar o marido de Fermina morrer para que ele consiga viver o seu verdadeiro amor, a questão é se a espera poderá custar sua própria vida.


O filme tinha tudo, mas tudo mesmo para dar certo. Mas o filme se tornou algo cosmopolita. Vejamos diretor britânico, a dupla de protagonistas provenientes da Espanha (Javier Bardem) e Itália (Giovanna Mezzogiorno), roteirista sul africano, atriz (Fernanda Montenegro) e compositor brasileiro, os únicos colombianos da história de todo o filme são a atriz Catalina Sandino Moreno e a cantora Shakira. Esse reboliço tá dando náuseas.


O roteiro do mesmo (pasmem!) O Pianista e O Escafandro e a Borboleta, faz um roteiro de duas medidas, no qual valoriza mais as belíssimas poesias de Florentino e esquece o resto. Além disso, todo mundo do filme fala em inglês e detalhe, a história se passa na Colômbia e o pior é que se repararem bem tem momentos que o povo fala em espanhol. Que erro crasso, e ainda reclamam dos erros geográficos nos filmes estrangeiros sobre o Brasil.


Atuações de verdade mesmo são de Javier Bardem e Fernanda Montenegro. Javier em uma ótima fase tenta salvar esse filme da mediocridade com o seu personagem. Apesar de ele repetir a cara de esquisito do filme Onde os Fracos Não tem Vez (e o cabelo também) e Fernanda Montenegro, onde mesmo em poucos momentos em cena consegue roubar todas as atenções em sua atuação forte e poderosa até surpreendendo o próprio publico dela. Já o resto, é um festival de seios jamais visto no cinema. (infelizmente entra a parte machista) e fora a atuação mecânica de Giovanna Mezzogiorno onde ela se esqueceu que é colombiana na história entrega um sotaque bizarro italiano e fora a maquiagem horrível onde ela parecia ter 50 anos mas a personagem diz ter ... 72! E pensava que tinha achado pavoroso o de Click.


Mike Newell faz uma direção burocrática, horrível, onde comete erros grosseiros tanto de como conduzir, roteiro e muito mais, faz algo mais bizarro do que Memórias de uma Gueixa (me digam, com sinceridade, o que tem haver um americano falar de algo tradicional da cultura oriental???????) e ainda para tentar salvar, coloca tomadas aeras de rios e selvas colombianas... parecia mais um capitulo de Pantanal. Horrível.


Uma adaptação extremamente porca, um péssimo filme, uma vergonha para quem é amante desse belíssimo livro de Gabriel Garcia Márquez. Mas para quem gosta de ver uma prova de um amor quase impossível, o filme é esse... O impossível é achar esse filme aceitável e bom. Para não dizer que sou ruim, as únicas coisas que descem na garganta são as belas musicas de Shakira e a trilha do brasileiro Antonio Pinto, o resto. É um cólera mesmo!


Ficha Tecnica

Amor em Tempos do Cólera

Diretor: Mike Newell

Elenco: Javier Barden, Giovanna Mezzogiorno, Benjamin Bratt, Catalina Sandino Moreno, Fernanda Montenegro e John Leguizamo.

Gênero:Drama/Romance

Cotação do Filme: 15%-Filme Fuleragem

13 de junho de 2008

Be Kind Rewind e Sob a Mesma Lua

Quando nós pensamos em amor, a primeira coisa que vem a cabeça é o amor entre um ao outro correto? Sim, verdade. Mas só tem essa forma de amar? Não... claro que não. Somos acreditados a intitular qualquer filme onde tem uma relação amorosa, porém podemos ver um outro tipo de filme romântico que não tenha esse tipo de relação. Claro que somos bem vindos a ver um outro tipo de variação. Falarei aqui de dois filmes, entretanto ele tem algo em comum. O amor em sua plena forma.

Mike e Jerry são grandes amigos e inseparáveis. Jerry mora num ferro velho ao lado de uma estação elétrica e Mike, ajudante de um senhor que é dono de um vídeo locadora chamado Be Kind Rewind, onde só tem VHS. Achando que a estação elétrica estava afetando sua vida, Jerry tenta sabotar, porém recebe uma descarga elétrica fortíssima e acidentalmente apaga todos os filmes da locadora de Mike. Desesperados, eles tentam uma idéia insólita no qual é refazer os filmes do jeito deles.


Rosário trabalha nos Estados Unidos enquanto o filho dela, Carlitos, mora com a avó no México. Rosário tem um sonho, que é trazer o seu filho perto dela, porém como ela é uma imigrante ilegal, ela trabalha duro para tentar trazer o seu filho. Todos os domingos, sempre as 10 da manhã para falar com seu filho. Porém naquela semana acontece algo horrível, a avó de Carlitos morre e não querendo ficar com o tio, decide sozinho cruzar a fronteira contra o México e ir para Los Angeles a procura da mãe.

O primeiro filme se trata do mais novo filme do badalado Michel Gondry, Be Kind Rewind e conta no elenco Jack Black (outro ator ascendente em Hollywood), Mos Def, Mia Farrow e Danny Glover. Já o segundo filme é uma co-produção EUA/México chamada Sob a Mesma Lua e com um elenco não muito conhecido por aqui e para dizer que não tem ninguém que conheço, tem a América Ferrara, a que faz a Betty a Feia americana.

O primeiro filme faz uma critica até que curiosa ao fato de que hoje mancha a credibilidade de Hollywood que é o remake. Mas a curiosidade é que no filme não se pensa no remake como se fosse algo de ganhar dinheiro ou prejudicar a obra. Também fala da comercialização que se tornou hoje as locadoras de dvds, assim fazendo uma critica sutil e curiosa no qual parece as grandes redes desse porte não consegue mais tratar os clientes como um numero ou uma mercadoria e não como um ser humano.

O segundo filme faz um retrato triste e assustador sobre uma das manchas mais nojentas do paísque se auto-proclama o país da liberdade no qual a permissão de entrar nesse país se torna cada dia mais problemático e impossível. Ainda mostra em uma seqüência extremamente tensa no qual mostra de como é uma revista por lá. Mas não deixa de mostrar o companheirismo latino com o ser humano assim tornando a verdadeira força do povo latino-americano.

Amor nesses dois filmes não em beijos ou em cenas românticas. Estão nas suas essências, em seus propósitos. Em Be Kind Rewind faz algo que sempre sonhamos mesmo não admitindo, no qual ser heróis ou vilões dos filmes que tanto amamos e reascende a magia pura do cinema apesar dos anos se passarem e se preocuparem mais com quanto vai render do que a qualidade que o filme pode trazer para seu espectador. E em Sob A Mesma Lua, o amor de um filho pela mãe é tão intenso e puro nesse filme que não dá para não ficar sentido ou emocionado com o filme, as atuações de Kate Del Castillo e Adrían Alonso são de algo de cortar corações, principalmente o menino que consegue conquistar platéias com o seu jeito intenso e sonhador.

São dois filmes iluminam qualquer espectador. Dois filmes que levantam o animo de qualquer pessoa. São filmes alegres e emocionantes com cada um, um brilho especial. Enquanto o primeiro filme é um dos melhores filmes de Jack Black após a brilhante atuação de King Kong, uma viagem fantástica ao mundo do cinema sem ridicularizar. E o segundo filme, sem palavras, emocionante do começo ao fim, e quem já sentiu a dor da distancia vai se emocionar ainda. Atuações verdadeiras e momentos de partir o coração. Candidato fortíssimo um dos melhores filmes do ano.

Fichas Tecnicas

Be Kind Rewind
Diretor: Michel Gondry
Elenco: Jack Black, Mos Def, Danny Glover, Mia Farrow, Meloine Diaz e Sigourney Weaver.
Gênero: Comédia/Ficção/Fantasia
Cotação: 80% - Filme Indispensável










Sob a Mesma Lua (La Misma Lua/Under The Same Moon)
Diretora: Patricia Riggen
Elenco: Kate Del Castillo, Adrían Alonso, Eugenio Derbez, Los Tigres del Norte e America Ferrara
Gênero: Drama/Aventura
Cotação: 85% - Filme Indispensável

10 de junho de 2008

Teoria do Caos

Coloquei em três papeis, três escolhas para o que escrever no meu blog. Primeira escolha foi de falar sobre filmes românticos, mais uma nova lista para esse ano. Segunda opção foi de falar sobre a “polêmica” sobre atuações entre filmes blockbusters e filmes sérios. E a terceira opção era para falar de um filme muito curioso que vi essa semana chamado Teoria do Caos. Misturei os papeis e escolhi o que eu iria falar... Então veio falar sobre... O filme Teoria do Caos.

Frank Allen é um rapaz que tem um tique nervoso no qual gosta de ter sua vida controlada. Sabe muito bem aproveitar o tempo e o que ela pode reservar. Casado com Susan, tem depois de 7 anos casado uma vida perfeita. Porém com a paranóia dele afeta um pouco a relação deles dois, assim fazendo com que ela atrase um pouco o relógio, com isso faz com que comece o inferno de sua vida e ele mesmo começa viver o próprio caos.

Teoria do Caos é uma mistura de drama, comédia e romance estrelado por Ryan Reynolds, Emily Mortimer e Stuart Townsend. Dirigido por Marcus Siega. O filme pode se sacramentar algo curioso, como as ótimas escolhas do ator Ryan Reynolds. O ator tem talento, porém demonstrava em filmes de caráter duvidoso como A Ultima Cartada e Horror em Amytiville. De ante mão, ele tem um bom timming para fazer comédias românticas, porém a reviravolta com foi com drama com suspense The Nines e esse ano com Três Vezes Amor e esse filme.

A atuação dele no filme sintetiza a grande chance do ator. Ele consegue fazer o espectador rir e consegue ser sério no momento que a trama exige algo mais sério. O roteiro também ajuda criando situações hilárias e emocionantes. Os coadjuvantes do filme fazem um trabalho excepcional. O diretor Marcus Siega, apesar de ter dirigido clipes de bandas ruins como POD e Blink 182, tem uma boa mão na direção sendo assim competente e dar alguns takes curiosos para a trama.

Teoria do Caos não é o melhor filme que saiu esse ano, porém consegue fazer algo que cinéfilos gostam, uma mistura tranqüila de momentos de descontração e emoção. Um filme que apesar da curtíssima duração (85 minutos) faz com que o espectador se sinta bem no final da sessão provando que o maior caos da vida é pensar que estar controlando ela mesma, por isso mesmo que o destino é algo tão gostoso de sentir...

Ficha Tecnica
Teoria do Caos (Chaos Theory)
Diretor: Marcus Siega
Elenco: Ryan Reynolds, Emily Mortiner e Stuart Townsend
Gênero: Drama/Comédia/Romance
Cotação: 65% - Filme Assistivel

8 de junho de 2008

Um Crime Americano

Nós cinefilos nos questionamos muito sobre os rumos que determinados filmes tomam. Pior daqueles que sonhamos em ver na telona filmes que esperamos a esmo e no final temos que contentar em perder o impacto do filme em uma tela de 29 polegadas. Agora se o filme não vai para os cinemas e nem para o dvd e sim ir direto para a tv, então pode se dizer que a qualidade é duvidosa não?

Em meados dos anos 60, em uma pequena cidade de Indiana, um crime choca toda a população da cidade. Uma dona de casa começa a cuidar de uma estranha, para ajudar no orçamento. Debilitada fisicamente e emocionalmente, onde só pensa nos filhos. Depois de ter ouvidos boatos de que uma de suas filhas estivesse grávida, ela começa a descontar na estranha, porém o que deveria ser uma punição se torna algo pior do que se imaginava.

Estrelado por Catherine Keenar, Ellen Page e James Franco, Um Crime Americano relata um crime bárbaro nos anos 60 baseado nos depoimentos do julgamento que aconteceu em 1966, no qual fez na época um questionamento sobre de como estamos criando os seus filhos e se a conduta dentro de casa pode ser justificado ou não o crime em questão.

O crime em si é realmente assustador, agora pior é se doer. Ultimamente estamos vivendo em uma sociedade no qual cada vez que se cometem crimes, mais eles estão com alto teor de crueldade. E não só estou falando no caso Isabella não. Vamos voltar um pouco ao tempo, ainda nesse ano, uma empresária em Goiana mantinha em cativeiro uma garotinha de 12 anos e fazia nela as piores torturas, em especial no qual a língua da menina estava toda cortada. E ai? Como é que fica?

Outro detalhe também é que lá, nos Estados Unidos, a justiça funciona. Lá, o código penal é severo e eficiente, coisa que aqui no Brasil pela mutabilidade constitucional faz com que o sistema de leis seja extremamente deficiente. Se os estados brasileiros tivessem sua própria constituição pode ter a certeza que não teríamos aquela sensação no qual quando se vê um típico filme de justiceiro vibrar por um sistema que se pensa que é defeituoso, mas na realidade é mais eficiente do que nunca. Pode ter certeza, é uma ficção mesmo.

James Franco está fazendo algo louvável no qual é fazendo papeis pequenos porém curiosos e ao mesmo tempo serio. Apesar de seu tempo em tela, consegue fazer uma atuação correta. Ellen Page, atriz que sou fã declarado, consegue fazer o impossível, a pior atuação da carreira, no qual, mesmo fazendo uma personagem “difícil” não convence fazendo ainda que a parte final do filme faça momentos patéticos. Mesmo ter declarado em uma resenha anterior o medo de ela ser uma nota só, nesse filme não consegue ter os mesmos efeitos de atuação, fazendo assim sua pior atuação junto com X-Men III e detalhe, ela mal aparece no longa dos mutantes. Agora Catherine Keener faz uma atuação de forte impacto e de momentos difíceis mesmo para a própria atriz.

Um Crime Americano pode ser usado em aulas de direito, sim. Mas funciona como filme, não. Um filme extremamente supercine no qual pode fazer o espectador corar de vergonha e ainda pior, mesmo com a atuação monstruosa de Catherine Keener, a linguagem do filme, que mais se parece àqueles casos de Linha Direta Justiça faz com que tudo de bom se perca. Agora entendo do por que o filme ir direto a televisão... sábia decisão ...

Ficha Tecnica
Um Crime Americano (An American Crime)
Diretor: Tommy O'Haver
Elenco: Catherine Keener, Ellen Page, Ari Graynor, Scout Taylor-Compton, Evan Peters, Halyey McFarland e James Franco
Gênero: Drama
Cotação: 29% - Filme Fuleragem

3 de junho de 2008

Postagem Dupla: Jumper e Um Amor de Tesouro

Jumper começa bem, a idéia do garoto que não é tão popular, que sofre de um amor platônico por uma menina e relações problemáticas com o pai e de repente descobre que tem o poder de se teletransportar, o espectador fica com aquela coisa: ”wow! Então o filme pode ser bom”. Mas também ensinaram que no colégio que poder é uma condicional, o desejo se realiza ou não... No caso do filme... Não.

O filme tentou ser cool, mas o que conseguiu ser foi um filme de situações extremamente ridículas, se brincar o único que atuou bem foi Samuel L Jackson que fez um personagem sem esforço enquanto o resto ... deprimente, principalmente Jamie Bell que entrega os piores momentos do filme. Sim tem seqüências de ação e de luta curiosas, mas que perdem o brilho e a graça por causa do conjunto. E o pior, tem brecha para continuação, sabem de uma coisa, façam uma serie de desenho, sai mais barato e menos constrangedor para uma seqüência no cinema.



Se existe um ator curioso no cinema atual se chama Matthew McConaunghey, ele é do tipo de ator que não é o melhor do mundo, mas tem uma pecularidade curiosa, quando o assunto é fazer um filme de comedia romântica, é como ele. Ele tem algo curioso que chama atenção ser carismático e chamar o publico por causa de sua pessoa e não do filme em si. Fora isso, consegue química com qualquer atriz e principalmente a Kate Hudson, que fazem o tipo de casal perfeito em cena.

Depois de terem feito Como Perder Um Homem em 10 Dias, eles voltam a fazer filme juntos na aventura Um Amor de Tesouro. No filme eles fazem um casal que recém se separam, porém tem que irem juntos à procura de um tesouro perdido no Caribe. Mas o filme é extremamente bobo que só se sustenta no carisma do casal. De resto, não chega ser deprimente, é como o nome do filme original, ouro de tolo... Mas quando se estas chateado com alguma coisa, ou quer ver o tempo passar, qualquer coisa serve... Ou qualquer coisa tola serve.

Cotação dos Filmes:
Jumper - 25% - Filme Fuleragem
Um Amor de Tesouro - 32% - Filme Mais Ou Menos