30 de dezembro de 2010

Reflexos das Excelências de 2010

Em oposição ao filme passado, pensaríamos que veríamos o óbvio em primeiro lugar. Para muitos será, porém na ótica desse escritor é sem duvida, uma obviedade deliciosa já que 2010 conseguiu marcar muitos por suas peculiaridades e projetos que para muitos ultrapassou as fronteiras do imaginável baseado no que eles propagaram. Ano marcante, vamos ver... Vamos ver.

Se viu nesse ano a volta da pipoca inteligente. Gostamos e muito de ter ido ao cinema e ver novamente após uma crise de lama significativo dos blockbusters, algo que nos fez pensar. Daqueles que criamos vários fóruns e debates incessantes de detalhes que até mesmos seus criadores não perceberam. A junção de ação e de uma narrativa que seduz e prende até o final, deixa o espectador com o sorriso no rosto em saber que há uma luz no fim do túnel da mediocridade.

Também vimos inicialmente uma premissa meio que falha se torna um dos melhores projetos já feitos nos últimos anos. Descobrimos algo além dos códigos html e pixels, descobrimos de que pela pratica de transmitir idéias tinha algo escuro, que nos revelou a nova crueldade do ser humano e o distanciamento humanístico do homem a si mesmo. Para muitos, frio e metódico, mas para muitos, o inicio a perceber que algo está errado com todos nós.

Vemos também um personagem de nossos sonhos se tornarem realidade. A mentalidade de seu criador que tem a alma experimental a cada filme sem ligar com o que pode sair nos entregou o que todos nós queríamos ver, ou que seus fãs declarados gostam de ver. É ótimo ver esse criador também recuperar a dignidade de um monstro que habitou no nosso imaginário quando víamos quando éramos apenas crianças. Sei que muitos não gostam dele, mas para quem admira, ele é a melhor definição para os desejos dos cinéfilos.

Este ano também vemos a tristeza do fim de nossas infâncias. Vimos o ultimo capitulo de uma saga que cresceu junto com a gente e saber que seu fim se tornou para todos nós um novo começo. Personagens queridos agora se tornaram apenas uma lembrança, mas nos dias de hoje, é essa mesma lembrança que nos lembram do por que a infância de todos nós foi terna e querida. E as lagrimas derramadas em seu final em nenhum momento devemos ter vergonha e sim orgulho de que soubemos viver de uma maneira maravilhosa os melhores anos de nossas vidas.

Eu considero fantástico. Outros consideram clássico. Outros, completo. Não adianta, adoro esse ator. De seus filmes que saíram esse ano, é difícil dizer qual é o melhor deles já que ele criou personagens interessantes, ou engraçados e ou complexos. Em embarcar projetos diferentes e se sair extremamente bem em todos faz com que a cada dia a admiração oculta ganhar seus verdadeiros motivos. E após esse fantástico ano, por que não esperar o novo filme dele com ansiedade?

A definição heróica se tornou ultrapassada. Ao ver personagens incorretos se tornarem salvadores da mediocridade do estereotipado mundo da perfeição se tornaram as melhores coisas que os nossos olhos já viram esse ano. Quem não se admira com uma guria se tornar uma matadora digna da grande Beatrix Kiddo? Ou de uma mudança moral de um homem mal por três pequenos anjos? Ou de um azulão que sabe que ganha escolhas para ser o que é de melhor?

Talvez me esqueça de uma figura ou outra por aqui, mas eu digo a vocês leitores que 2010 talvez seja um ano que queremos guardar no nosso peito em saber que quando pensamos que iríamos se sucumbir ao novo, percebemos o quanto fazer a maneira antiga com paixão e ao mesmo tempo com a ambição dos nossos antepassados cinematográficos. Que venha 2011 e que venham filmes incríveis, medianos e fracos. Afinal nunca desejam um ano perfeito... Para um bom entendedor... Um bom ano já basta.

26 de dezembro de 2010

Reflexões de alguns filmes ruins ...

Como conseguimos ver um filme medíocre? Queremos por muitas vezes respostas e nós, críticos, conseguimos criar argumentos profundos e ao mesmo tempo concretos do por que a cada dia que se passa, falar sobre um filme ruim se torna uma arte tão interessante e tão perdida. Em 2010 conseguimos evitar por muitas vezes determinados filmes, porém o boca a boca de cada cinéfilo para dizer é ver para crer se tornou quase um vicio para todos nós falar mal de um filme, mais ainda com o discernimento do que está falando.

Vemos mais uma vez exemplos equivocados do cinema brasileiro. Mas esse ano alguns filmes se tornaram louváveis por tentar trazer novos gêneros para dentro do nosso cinema, porém a falta de experiência ou a falta de atenção ou outros fatores que vocês consideram justos para argumentar por que muitas vezes o cinema brasileiro está longe de estar de ser um cinema de ponta. Fitas de ação dignas da Millennium Films, comédias extremamente regionalistas e gente que se acha cineasta, mas argumento decente passa longe fizeram parte negra desse ano.

Vemos mais uma vez comédias românticas sendo disparadas como excremento hollywoodiano e presença certa nos piores do ano. Se viu mais uma vez atriz tentando em uma maneira mais constrangedora ser a rainha das comédias românticas. O primeiro exemplar conseguiu ser mais constrangedor ao exemplar do ano passado mas por sorte o segundo filme conseguiu ser um pouco mais interessante mas se for por causa dela, felizmente ela não foi o motivo de ser bom mas sim da estrutura natural do filme em si.

Adoro animais de estimação, sério mesmo, porém baseados nos exemplos que saíram esse ano, aprendemos que filmes dessa característica não dão certo. E ainda para colocar com cereja do bolo, consegue se ver de uma maneira tão descarada o desperdício de elenco nessas dublagens que ao final de tudo pensamos quanto eles ganharam para fazer isso tudo ou que são amigos dos produtores e fizeram de graça.

Quando pensamos que o time dos sonhos pode sair do papel, se esquece do fundamental, quem consegue arquitetar todo o time e para o lamento dos sensatos, vemos um M azul muito suspeito em nossos sonhos e essa mesma letra começou a convertir o dream team em dream sucks por um filme extremamente mal feito para ser comparado aos piores lançamentos dos anos 80... e o pior é que o produtor chefe desse time dos sonhos foi o que produziu o pior dos anos 80.

Vemos também franquias gigantes chegando ao filme. Lagrimas? Ou alivio? Para muitos que odiavam essa determinada franquia ficaram aliviados em saber que esse é o ultimo capitulo. Mas as lagrimas saíram de seus fãs por saber que é o fim de tudo. Dá vontade de chorar e muito por que vemos que o último capitulo dessa franquia utilizou recursos que atraem bilheteria mas o que realmente atraiu foi o ódio dos sensatos e tristeza aos seus fãs por um capitulo mediocre dentro de tantas de sua franquia, mas ver teorias mais estranhas se tornarem realidade, é um puro ode ao suicídio cultural.

E ao final de tudo, chegamos ao único filme de 2010 que conseguiu uma nota negativa literalmente. Para um filme conseguir ter -1 é por que infelizmente as coisas não saíram como deveriam ser... Ou saiu e nós, cinéfilos por tamanha negatividade exposta aos nossos olhos não conseguimos compreender e dizer: isto é real. Para quem viu, sentiu não só vergonha total ao projeto, mas repudio em saber que existe pessoas que conseguem fazer esse tipo de cinema e muita gente talentosa fica de fora. Mas pensamos, esse “cinema” é praticamente um fast food. Mas não conseguimos encarar de uma maneira crível essa coisa e dizer no final de tudo que é comida, ou seja, cinema.

Em 2010 tiveram alguns exemplares que devemos esquecer. Porém o que não devemos esquecer que filmes ruins dificilmente sairão de nosso imaginário por essas grandes questões tão profundas como o sentido da vida do tipo: ele dirigiu bêbado? O ator ta devendo aluguel? Por que perdi meu tempo vendo essa droga? Como posso curar meus olhos com tanto excremento visual? ... 2010... Seus filmes ruins realmente serão lembranças que a partir do primeiro dia do ano que vem, a cada dia, gradualmente, cairão no limbo, no qual, pertencem.

18 de dezembro de 2010

Especial TRON - TRON - O Legado

TRON – O Legado é literalmente um evento cinematográfico interessante. Consegue repetir de uma maneira fiel a grande e mais concreta proposta do primeiro filme, no qual é teletransportar o espectador a uma odisséia a um mundo desconhecido que vai além da magnitude eletrônica. Porém igual ao primeiro filme, novamente a odisséia eletrônica demonstrou uma debilidade em seu roteiro, mais, qual é a verdadeira questão do roteiro? E isso, em alguma maneira debilita a experiência visual que o filme proporciona?

Alguns anos depois do primeiro filme, Kevin Flynn (Jeff Bridges) desaparece subtamente. Seu filho Sam Flynn (Garrett Hedlund), herdeiro do império do pai, recebe um aviso de Alan Bradley (Bruce Boxleitner) no qual fala que recebeu um sinal da antiga casa de jogos de Flynn. Subtamente Sam é transportado a esse novo mundo, porém diferente do primeiro filme, muita coisa mudou porém a pior mudança é ver o universo eletrônico ser dominado por CLU (Jeff Bridges) e a chave para acabar com a tirania é Sam encontrar o seu pai.

Assim como o original, TRON – O Legado consegue criar mais uma nova odisséia ao seu publico que é amante dos efeitos visuais. Momentos visuais que enchem os olhos do espectador e que com a tecnologia 3D consegue ter uma bela imersão visual sem cair na banalidade dos últimos filmes 3D lançados, ou seja, não veras momentos em que efeitos visuais voam em sua cara e sim uma bela profundidade visual que ajuda a contar a história. Talvez seja primeiro filme pós-Avatar que soube bem aproveitar esse recurso.

O ponto mais debilitado do filme é o mesmo erro do primeiro filme, ou seja, o seu roteiro. Mesmo com a expansão visível do universo em comparação ao primeiro filme, o que reside novamente é na questão da simplicidade em seus diálogos, e alguns até mesmo beirando a inocência que talvez ao final de tudo possa soar como um alivio cômico como exemplo, o dialogo sobre a questão das novas tecnologias. Mas olho, já que no mesmo roteiro consegue tocar em temas de fundo filosófico bem interessante sobre a questão da destimificação da utopia e a busca do homem a perfeição.

Em questão de atuações, soa interessante ver Jeff Bridges nesse filme, mesmo fazendo dois papeis totalmente opostos, ele consegue provar de letra do por que ele é um dos melhores atores da atualidade. Bridges faz um Flynn zen e um CLU autoritário. Também vemos a versatilidade de Micheal Sheen em que muitos momentos, acreditamos que suas cenas são puro improviso. Garrett Hedlund está muito mecânico em comparação aos seus colegas de cena e talvez seja o único ponto fraco do elenco. E para completar, duas beldades completam o elenco, Olivia Wilde e Beau Garrett que exalam uma beleza sem igual na telona.

Um dos maiores destaques do filme fica por conta da sua trilha sonora. Daft Punk, duo eletrônico dá o tom e vez a trama. Soando até diferente dos seus trabalhos conhecidos como Around The World e One More Time cria uma trilha vibrante que associada ao filme ganham vida. Pena que soa inferior a trilha sonora de Wendy Carlos, que fez para o filme original e alguns clássicos do cinema como Laranja Mecânica e 2001 – Uma Odisséia no Espaço.

Uma odisséia mais expandida, mais elaborada em sua proposta e com um roteiro tão debilitado como do primeiro, TRON – O Legado deve ser lidado como um novo upgrade do original que idealiza uma viagem única a um mundo que, todavia há de ser explorado. O filme encerra 2010 em aspecto de evento cinematográfico em um ano em que os novos recursos foram derrubados pela própria ambição daqueles que visualizam o lucro, porém se esqueceram que o novo 3D não é só para colocar efeito nos nossos rostos, mas sim de proporcionar momentos de profundidade e transformar o espectador em um personagem da história. Não é o melhor filme do ano, mas pelo menos cumpriu com o que prometeu.


Ficha Técnica 
TRON - O Legado (TRON Legacy)
Diretor: Joseph Kosisnki
Elenco: Jeff Bridges, Garrett Hedlund, Olivia Wilde, Bruce Boxleitner, Beau Garrett, James Frain, Anis Cheurfa e Micheal Sheen
Gênero: Ação/Aventura/Ficção Cientifica
Cotação: 80% - ****

15 de dezembro de 2010

Especial TRON - O uso do 3D em 2010

A continuação do especial sobre TRON – O Legado, iremos destacar nesse texto o que sem duvida pode ser considerado um dos personagens mais importantes da trama e também ao decorrer desse ano: o sistema 3D. Em 2010 ele começou como uma nova salvação cinematográfica graças a Avatar, mas chega ao final do ano como um dos piores recursos que os produtores gananciosos colocaram em prática. Em suma, o 3D é realmente um herói? Um vilão? E o que pode esperar do mesmo do 3D de TRON – O Legado?

Com a chegada de Avatar, sem duvida o uso da tecnologia 3D não é mais o mesmo. A imersão que James Cameron cria para mais uma de suas obras primas é de uma delicia visual que poucos conseguem propor, já que sua proposta não é jogar efeitos desnecessários em seu rosto, mas deixar que o publico viva o mundo proposto de seu filme, ou seja, em Pandora. E isso deu resultado já que sua bilheteria incrivelmente expressiva e que dificilmente será batida. Mas é ai que reside o lado escuro do próprio 3D.

Muitos produtores viram que esse sistema é seria a menina dos olhos e que implantando o sistema 3D em seus filmes poderiam ter o mesmo lucro que teve Avatar, porém existem algumas situações que levarem em conta. A começar que Avatar foi filmado com câmeras especificas para o 3D e a maioria dos filmes foram convertidos para o 3D e o resultado resulta extremamente desastroso. O primeiro filme que deu ponta pé ao desastre foi o filme Fúria de Titãs que no qual teve uma conversão em poucas semanas e 10 milhões gastos para essa conversão e resultou em um desastre.

Com isso, muitos filmes foram confiando que essa “conversão” ao 3D seria um sucesso mas resultou em um fracasso já que o próprio publico percebeu que essa tática faz perder a essência do filme criando várias cenas artificiais deixando até mesmo a obra em um verdadeiro desastre aos olhos e aos bolsos. Um 3D ultrajante sem duvida ficou para o ultimo capitulo de Jogos Mortais que em profundidade de 3D não teve nada e cheio de cenas que forçavam ao efeito 3D, até as tripas voando tinham mais efeito 3D do que o mesmo.

No caso dos desenhos animados, praticamente nenhuma mudança, ou seja, continuam sabendo usufruir bem do sistema 3D. Enquanto a Pixar apostou em uma profundidade visual e lírica em Toy Story 3, outros desenhos em destaque como Megamente e Meu Malvado Favorito apostaram na diversão que o sistema pode propor, um misto de colorido e efeitos que agradam seu maior publico alvo, ou seja, as crianças. Mas uma cena em 3D que merece destaque fica com Megamente na chegada triunfal do personagem principal ao som de Welcome to The Jungle do Guns’n’Roses.

Acredita-se que o 3D de TRON seja de um impacto visual tão forte quanto foi de Avatar. Muitas das criticas que estão saindo do filme agora no site do Rotten Tomatoes mostram uma tendência segura de que no que se refere ao seu visual é de encher os olhos do espectador e quanto o cinema for mais potente e que entrega uma riqueza visual, melhor. Então sem duvida a espera valerá a pena para muitos.

A esperança que o ano que vem a maioria de seus filmes sejam filmados como se corresponde, ou seja, com câmeras especiais para 3D entregam novas sensações ao espectador e que TRON – O Legado seja o primeiro dessa nova leva 3D no qual o fundamental não é só apenas ter efeito, mas sim qualidade e diversão para todos os espectadores, desde amantes da nova tecnologia e amantes do cinema de qualidade.

13 de dezembro de 2010

Especial TRON - TRON - Uma Odisséia Eletronica

Contagem regressiva para que talvez seja o último grande lançamento do ano e talvez um dos mais aguardados pós Avatar, a continuação do clássico cult de 1982 Tron – O Legado. Chegará aos cinemas esse final de semana em todo mundo, principalmente beneficiado com a tecnologia 3D, sem duvida será um novo deleite visual para se conferir em cinemas de alta geração. Antes de se aprofundar mais nesse lançamento, iremos fazer uma releitura do primeiro filme, Uma Odisséia Eletrônica e após essa revisão, na quarta feira um texto especial sobre o que foi o uso do 3D em 2010.

TRON – Uma Odisséia Eletrônica tem como base a história de Kevin Flynn (Jeff Bridges) que tenta desbancar a empresa de videogame Encon que roubou seus projetos de jogos. Com a ajuda de sua ex-namorada Lori (Cindy Morgan) e Alan Bradley (Bruce Boxleitner), Flynn tentará invadir o computador mestre para achar sua inocência, mas o computador transporta Flynn para o mundo cibernético e por lá ele irá encontrar ajuda dos programas Yori (Cindy Morgan) e Tron (Bruce Boxleitner), sendo que Tron é a chave para acabar com a tirania do computador central.

TRON sem duvida é um filme importante para o universo do cinema e também dos videogames já que por um lado começou a colocar em pratica novos elementos visuais computadorizados dando uma imersão visual jamais vista para a época como exemplo, as seqüências com as motos de laser. Hoje pode ser aos olhos de muitos, um efeito quase ultrapassado já que a própria tecnologia em si conseguiu feitos ainda maiores sendo que o que se vê na tela consegue após 28 anos de seu lançamento, impressionar.

E na questão dos videogames, o aumento da popularização das máquinas em si, com a explosão exponencial da ATARI no começo da década nos Estados Unidos mas que foi quase a ruína com péssimos jogos e o lançamento equivocado de um dos piores jogos do universo, a adaptação do jogo E.T.. Mas o efeito de TRON é interessante já que é um dos primeiros jogos baseados em um filme que realmente transmite para o espectador a emoção de vivenciar algunas experiências do filme, principalmente com os jogos com as motos-laser.

Apesar de ter um visual espetacular associado a uma trilha sonora poderosíssima de Wendy Carlos, um dos pontos fracos é um roteiro extremamente comum. Mesmo tocando no tema da tirania e opressão aos mais fracos, talvez como uma relação curiosa sobre o comportamento nocivo de grandes conglomerados. Porém o que desentoa tudo isso é a atuação jovial e até divertida de Jeff Bridges que está iluminado nessa produção e que depois, bem, não precisa dizer mais nada.

TRON – Uma Odisséia Eletrônica é um clássico cult por méritos. Por trazer novas linguagens ao cinema e um visual de encher os olhos, talvez cometa o pecado em trazer uma história imensamente comum ao que poderia proporcionar. Sem duvida é um aquecimento importante para sua continuação e lembrar que o cinema ainda tem a capacidade de nos impressionar a mundos ainda não explorados pelo homem em si.

Ficha Técnica
TRON - Uma Odisséia Eletronica (TRON)
Diretor: Steven Lisberger
Elenco: Jeff Bridges, Bruce Boxleitner, Cindy Morgan e David Warner
Gênero: Animação/Ficção Cientifica/Aventura
Cotação: 75% - ***