25 de março de 2009

Bolt ... Marley ... e Lucy

Eu já tive um cão. Em 2004, quando tinha voltado de Petrolina, aqui no meu apartamento tinha um cão chamado Billy. Ele era especial para mim, já que ele me acordava sempre as 8:30 da manhã; ficava comigo quieto quando estava estudando, descia comigo para passear; enfim, um companheiro perfeito. Quando a minha irmã trouxe uma outra cachorra para casa, o meu pequeno desaprendeu tudo e o resultado, mainha teve que dar o cachorro (além de se mudar para um outro apartamento sem espaço). Enfim, tive uma oportunidade de ver 3 filmes que envolvem essa temática, o cão e seu dono que são a animação Bolt, a comédia dramática Marley e Eu e por ultimo, o drama independente Wendy e Lucy.

Em Bolt, conta a história de um cão que é estrela de um seriado de TV, no qual ele e sua dona, Penny, sempre correm perigos e tem como vilão, o temível Dr. Calico. o show é um sucesso, o problema é que o cão acha que tudo acontece de verdade. E em uma oportunidade, consegue fugir do estúdio e faz uma jornada para procurar a sua dona. Marley e Eu conta a autobiografia do jornalista John Grogan que a procura da responsabilidade de criar um filho, ele cria um cachorro destruidor, onde deixa bagunça em todos os lados, mas ao mesmo tempo, sempre é companheiro nos momentos mais difíceis. E, por ultimo, Wendy e Lucy relata o desespero de Wendy em procurar a sua melhor amiga, a cadela Lucy em uma pequena cidade.

Os três filmes são extremamente diferentes, mas tem um ponto fundamental em comum, no qual é a relação entre o dono e sua mascote. Todos os três tratam com um carinho essa bela afeição e claro, quem tem ou teve mascotes conseguem ter suas vidas visualizadas em pelo menos em um dos 3 filmes. Porém as semelhanças param por ai e começamos a ver projetos diferentes e curiosos.

Em Bolt, a questão visual é o clamor do longa, o desenho da Disney usa e abusa das seqüências de ação, do colorido, do visual e principalmente do apelo carismático que os personagens principais tem. Pode se dizer que o ponto mais alto do filme é o choque entre a “realidade” para a realidade, tema que foi retratado em Show de Truman e se Bolt tivesse continuado com essa veia, poderíamos ter um filme mais interessante e envolvente. Mas foi bom ao seu modo.

Em Marley e Eu tem como grande destaque a atuação de Owen Wilson que depois de problemas pessoais gravíssimos, vem esse papel gratificante e mostrando o seu talento oculto. Porém o resto do filme tem problemas graves, a começar a construção forçada para o seu final, apesar de saber que o livro é mais emocionante do que o filme, é algo apelativo e sem emoção. Mas pelo menos o Marley consegue ser o grande charme do filme e o que sustenta até o final. Pode funcionar para muitos, mas para mim, o choro passou longe.


E por ultimo, Wendy e Lucy é um drama independente estrelado pela Michelle Willams e pela cachorra Lucy. O roteiro dele é o mais simples dos citados por aqui. Uma construção bem simples que pode até frustrar alguns que procuram momentos arrojados nesse tipo de vertente. Mas o destaque é a entrega total da atriz ao papel, renegando a sua beleza estonteante (deixou de raspar as pernas e de lavar o cabelo) e presenteando uma atuação belíssima, surpreendente e acima de tudo verdadeira, principalmente quando ela está com a coadjuvante Lucy. Agora, o que mais chama atenção é o papel do cinema independente para a demonstração de talento de vários atores que tinham suas carreiras severamente questionadas, isso é ótimo não apenas para os atores, mas também para o publico que é agraciado por talento e qualidade.

São três filmes diferentes, onde um carrega uma meia frustração, em outro um resultado esperado e por ultimo, um resultado surpreendente. Mas todos carregam algo especial, retratações sinceras por um animal que consegue ser muito além de um animal de estimação, mas sim um amigo que está lá em todos os momentos, que te dá forças quando você está fraco, triste ou chateado. É bom saber que o cão ainda é o melhor amigo do homem.

Fichas Tecnicas

Bolt - Supercão (Bolt)
Diretores: Bryan Howard e Chris Williams
Com as Vozes de: John Travolta, Miley Cyrus, Susie Essman, Mark Walton, Greg Germann, Nick Swardson, Deidrich Bader e Malcolm McDowell.
Gênero: Infantil/Ficção/Ação
Cotação: 75% - Indispensável






Marley e Eu (Marley and Me)
Diretor: David Frankel
Elenco: Owen Wilson, Jennifer Anniston, Eric Dane e Alan Arkin.
Gênero: Comédia/Drama
Cotação: 60% - Assistível







Wendy e Lucy (Wendy and Lucy)
Diretora: Kelly Reichardt
Elenco: Michelle Williams e a cachorra Lucy
Gênero: Drama
Cotação: 85% - Indispensável

23 de março de 2009

Resenhas Rapidinhas ...

Sob Controle (Surveillance) de Jennifer Lynch – Depois do desastre chamado Encaixotando Helena, Jennifer Lynch volta ao batente no suspense Sob Controle. O filme trata sobre uma investigação de dois agentes do FBI sobre um acidente terrível no qual as testemunhas são de pouca confiança. A filha do diretor David Lynch tem um bom timing de direção já que ela consegue criar alguns planos incríveis. O roteiro dela no começo consegue prender o espectador já que a forma que ela conduz a história é bastante satisfatória, porém no final do segundo ato para o final ela derrapa por evidenciar que o final seria daquele jeito e apesar de ser doentio e perverso, ficou muito comum para os filmes do gênero. Porém o importante é cumprido, é um filme correto para o gênero com reviravoltas interessantes e o mais fundamental, que a filha de Lynch consegue o primordial, manter tudo sob controle.

Modelos Nada Corretos (Role Models) de David Wain – Esse filme bem hilário tem elementos curiosos que chamam atenção. A sinopse conta-nos a jornada de dois amigos que afim de não ir para a prisão, vão pagar pena alternativa em uma ONG para cuidar de crianças, porém a vontade de cuidar passa longe. O roteiro dele apesar de estar recheado de situações constrangedoras, ele tem algo incomum que é assumir em muitos momentos formulas básicas de um filme infantil como a valorização da amizade e as responsabilidade de cuidar de crianças. Além da dupla de protagonistas Seann Willian Scott e Paul Rudd derem um show de química, o grande destaque fica por conta da comediante Jane Lynch que dá um espetáculo sendo a dona da ONG. Um filme que diverte mesmo sendo em alguns momentos, nada corretos.

Passageiros de Rodrigo Garcia – Esse suspense sobrenatural estrelado por Patrick Wilson e Anne Hathaway apesar de ser bem filmado e ter boas atuações, o rumo do roteiro segue algo tão previsível em filmes dessa temática no qual, em 5 minutos o espectador começa a esboçar a situação e alguns minutos depois, o final aparece como foi arquitetado. E com um roteiro desse, o filme segue um ritmo morno e que em nenhum momento empolga o espectador e quando começa a ter sinais de que vai esquentar, acaba. Ainda bem que a duração favorece o espectador (menos de 90 minutos) entretanto, não escapa de ser aquele supercine quando não tem nada para fazer.

Um Faz de Conta Que Acontece de Adam Shankman – Adam Sandler não aprende mesmo. A cada dia mais consegue enterrar a sua carreira no limbo e esse filme colabora ainda mais para a derrocada do ator. O filme é uma mistura descarada e podre de Click com o maniqueísmo que todo filme da Disney feito para emocionar desavisados tem. Quem consegue criar (poucos) momentos engraçados é Russell Brand (Ressaca de Amor) como o garçom que tem problemas durante o sono. Pior ainda fica para a atuação lastimável de Guy Pierce no filme, no qual em muitas cenas não consegui reconhecer o ator de tão ridículo que estava. Uma perda de tempo, paciência e de bom humor atrelado com o selo Disney do ridículo. Pena... Muita pena mesmo.

Fichas Tecnicas

Sob Controle (Surveillance)
Direção: Jennifer Chambers Lynch
Elenco: Bill Pullman, Julie Ormond e Pell James
Gênero: Suspense
Cotação: 65% - Assistivel








Modelos Nada Corretos (Role Models)
Direção: David Wain
Elenco: Seann Willian Scott, Paul Rudd, Jane Lynch e Elizabeth Banks
Gênero: Comédia
Cotação: 80% - Indispensável







Passageiros (Passengers)
Direção: Rodrigo Garcia
Elenco: Patrick Wilson e Anne Hathaway
Gênero: Suspense
Cotação: 45% - Mais ou Menos







Um Faz de Conta Que Acontece (Bedtime Stories)
Direção: Adam Shankman
Elenco: Adam Sandler, Guy Pierce, Keri Russell, Russell Brand, Teresa Palmer, Courtney Cox e Lucy Lawless
Gênero: Infantil/Comédia/Ficção/Fantasia
Cotação: 35% - Mais ou Menos

14 de março de 2009

Watchmen - O Filme

Na resenha passada de The Dark Knight, existe um ponto chave que citei no qual foi as novas adaptações bem sucedidas da DC no cinema, e com o sucesso do novo filme do Batman, não seria impossível que Watchmen e outras adaptações posteriores, chegassem tranquilamente ao sucesso. Pois bem, a novela gráfica mais cultuada de todos consegue transgredir das paginas para a tela grande graças ao diretor Zack Snyder.

O grande debate do filme será entre os fãs mais fervorosos do gibi contra o trabalho de Snyder e dos roteiristas David Hayter (X2 e Metal Gear Solid) e Alex Tse. Já que todos os fãs dizem em voz alta que o gibi é praticamente inadaptável. Ainda os ânimos estão em alta no que se viu nesse filme e o mais difícil não é dizer que o filme é assim. Não, por que estamos diante de um claro divisor de águas no que se trata em adaptações de quadrinhos.

Iniciando a resenha, ao invés de falar logo sobre o filme, irei falar dos dois lados da moeda de uma adaptação de quadrinhos. Muitos acham que é muito fácil fazer uma adaptação de quadrinhos ou videogames no cinema, outros acham que é extremamente difícil. Para se falar a verdade, os fatores que podem acarretar a consagração máxima ou a vergonha total são inúmeras. Pode tomar como exemplo de como se baseia no universo da obra adaptada; se as pessoas que foram escolhidas para darem vida a esse universo conseguem colocar isso a altura da obra e entre outros.

O universo de Watchmen não é tão simples quanto se imagina. Argumentado por Alan Moore e desenhado por Dave Gibbons, relata uma realidade alternativa no qual os heróis mascarados foram fundamentais para as grandes vitórias para o governo americano principalmente na vitória na Guerra do Vietnã. Porém esses mesmo vigilantes foram também perseguidos pela própria sociedade. Mas o assassinato de Edward Blake, conhecido como Comediante, faz com um dos vigilantes Rorschach comece uma investigação pessoal sobre a morte do seu colega, porém ele sente que existe algo muito grande por trás desse assassinato.

Até para esboçar para escrever em uma resenha é difícil. David Hayter e Alex Tse conseguiram colocar com louvor a alma do gibi. Os diálogos estão lá principalmente a essência critica da novela gráfica. Claro que não dá para colocar tudo do gibi, porém a linha principal é respeitada a fio e como dizem em outras resenhas, cegamente. Porém o que o roteiro transmite após o filme é o questionamento da justiça. Por que essa mesma sociedade que agradece os heróis, é a mesma que quer acabar com eles? Com a deturpação de valores de sociedade e moralidade, qual será o verdadeiro conceito de justiça?

O filme tem um grande elenco e sempre tem aqueles destaques, e nesse filme não são poucos. Provavelmente apenas o único ponto negativo fica apenas para a Malin Akerman, que apesar da sua beleza fascinante, faltou mais dramaticidade em sua personagem Espectral II, principalmente no momento mais fascinante do filme. Patrick Wilson faz Coruja II e retrata um dos pontos fortes do personagem que é a tristeza por não fazer o que mais ama e as conseqüências de sua reclusão ultrapassam em seu olhar. Jeffery Dean Morgan faz o Comediante, um vigilante que mata sem pensar e muitas vezes em suas piadas, esconde um personagem sombrio. Matthew Goode faz Ozzymandias, um personagem refinado e calculista, porém nos momentos finais do filme é um dos atores que mais cresce e fascina tanto quanto os outros.

Porém o show do filme fica encargo para dois atores, Billy Crudup e Jackie Earle Harley. O primeiro faz o personagem mais amado de toda a HQ, o (quase) onipotente Dr. Manhattan, apesar de um visual gerado por computador, a atuação de Crudup é sensacional quanto o seu personagem e alinhando ao visual riquíssimo testemunhamos poder mágico do cinema. E Jackie Earle Harley faz o Rorschach e a realidade para a atuação dele é uma coisa. Sem palavras, é daquelas que merece ser saboreada na grande telona.

Muitos ficam com o nariz torto em ver o nome de Zack Snyder, por não ser um diretor a altura em Hollywood. Pois bem, não é difícil ver um outro nome além desse para a direção de Watchmen. Snyder não pode ser autoral, porém o olhar cauteloso e preciso para a obra em especial consegue ser mais genuíno do que se imagina. Já no seu filme anterior fomos apresentados o seu verdadeiro estilo, no qual é a recriação cirúrgica de cada quadrinho. Em Watchmen não é diferente, em muitas cenas se consegue ver a transgressão das HQ para o cinema de uma maneira belíssima, principalmente nos momentos com Dr. Manhattan. Porém tem uma sacada genial do diretor nos créditos iniciais, é como se aquela entrada de Madrugada dos Mortos ganhasse um upgrade e somos agraciados com uma seqüência tão inesquecível quanto foi de Superman – O Filme e X-Men.

Watchmen é sem duvida um divisor de águas. Uma adaptação de quadrinhos que consegue respeitar ao máximo a obra original e ainda presentear ao publico cenas que nunca imaginaríamos em ver na tela grande. O filme representa o amadurecimento das adaptações de quadrinhos ao cinema, no qual beber na origem da fonte é o principal sucesso aliado com pessoas que se dedicaram ao extremo. O filme quase se tornou o melhor do ano, porém e infelizmente toca My Chemical Romance nos créditos finais... Chega ser extremamente broxante.

Dr. Manhattam acreditava que o tempo era marcado em um relógio, mas Albert Einstein disse que o tempo era relativo, dependia do ponto de vista de quem vê. O tempo por muitas vezes é a resposta da compreensão dos fatos e situação. O tempo é o nosso aliado quando estamos precisando sentar e refletir sobre tudo que ocorre ao nosso redor, o que nós testemunhamos; o que nós sentimos e vivenciamos e dizer: puxa, aconteceu... Ninguém sabe se com o tempo o conceito de quem viram o filme pode melhorar ou não, mas a certeza é que será aquele tipo de filme que ecoará durante um longo tempo para questionar se estávamos preparados para isso ou não.

Ficha Tecnica
Watchmen - O Filme (Watchmen)
Diretor: Zack Snyder
Elenco: Billy Crudup, Malin Akerman, Jackie Earle Harley, Jeffery Dean Morgan, Matthew Goode, Patrick Wilson e Carla Gugino.
Gênero: Drama/Ação/Ficção Cientifica
Cotação: 95% - Filme Obrigatório

11 de março de 2009

Los Cronocrímenes

No ano passado começou o buzz para o cinema de horror espanhol. Claro que sempre estamos em busca de novas sensações e principalmente o que é diferente fora do eixo hollywoodiano, mais precisamente no campo do horror onde o ano passado foi um ano para ser apagado, salvo Os Estranhos e Cloverfield. A primeira aventura foi com o horror dramático O Orfanato, no qual a falta de impacto e um roteiro que já dizia o final em seus primeiros instantes desencantaram a grande atuação de Belén Rueda. A segunda que foi mais catastrófica foi no fraco REC, além de um filme que contem um começo que engana e depois a coisa desanda e o que se vê é sustos gratuitos e momentos que tentam assustar mas sem sucesso. Até perguntei para eu mesmo se eu estou sendo muito frio ou o povo está mais sensível.

Então aparece Los Cronocrímenes (Timecrimes) e já coloquei a idéia, se for tão fraco quanto os outros citados, nem olharei mais para alguma coisa do gênero produzido na Espanha. Pois bem, esse suspense independente escrito pelo Nacho Vigalondo tem uma premissa muito simples, porém consegue ser muito além do que o espectador espera. Claro e esperado, o filme ganhará um remake americano que provavelmente irá estrear só em 2011 e ainda conta como roteirista principal, Timothy J. Sexton, o roteirista do filme Filhos da Esperança.

O roteiro de Vigalondo poderia ter caído no marasmo dos filmes de suspense onde só poderia investir na questão gato e rato, mas além de ele não cair no marasmo, ele consegue fazer uma ficção cientifica que foge dos excessos que o gênero proporciona a alguns. Também outro fator de sucesso é a direção cautelosa de Vigalondo, mesmo com todas as limitações de orçamento, ele sabe fazer a diferença e cria momentos tensos e preciosos.

Um suspense eficiente, mesmo não sendo tão original quanto de costume. O grande trunfo dele é ele trilhar na simplicidade em todos os aspectos. Desde locações a atuações. Esperamos que venham projetos desse torpe para enaltecer o cinema espanhol e mesmo com algumas manchas mas consegue ser tão rico e tão incrível. Mais uma vez vejo um filme onde a simplicidade é o ponto chave do sucesso. Recomendado.

Ficha Tecnica
Los Cronocrímenes
Diretor: Nacho Vigalondo
Elenco: Karra Elejalde, Candela Fernández, Bárbara Goenaga e Nacho Vigalondo
Gênero: Suspense/Ficção
Cotação: 85% - Filme Indispensável

7 de março de 2009

Breve Resumo Sobre Solaris

A minha mente está como o comportamento atual do cinema hollywoodiano: sem inspiração. Espero que isso seja apenas passageiro. Para tentar espantar essa fase conflituosa onde qualquer escritor tem. Não irei falar de um filme novo, mas sim de um breve resuminho critico sobre Solaris de Steven Soderbergh.

A realidade dos fatos e a primordial do remake de Solaris é que o filme é bom. O visual futurista caprichado pode se dizer que é o único ponto relevante em comparação ao original. A ótica para Solaris de Soderbergh é muito mais sedutor, como se fosse uma bola de cristal que atrai o homem ao desconhecido, resgatando a essência da ficção cientifica, no qual é a sedução do ser para descobrir o que está além do seus olhos. Os elogios positivos param é por ai; a atuação de Clooney se preocupa mais em imitar o ator do filme anterior do que criar algo próprio e detalhe, o ator original é idêntico ao Clooney. O roteiro escrito pelo proprio diretor lima praticamente a veia filosofica do original dando mais enfase ao romance dos protagonistas e mesmo assim, mal sucedido. Fora a direção arrastada que consegue o impossivel, ser mais chato do que o original tendo apenas um pouco mais da metade do tempo do filme anterior. É bom, mas não é tão maravilhoso e encantador quanto é a obra original.

Se for comparar com o original, veremos um absimo separando uma obra de ficção-filosófica e um filme qualquer de ficção que fica encalcado em um romance apático e deixa muito a desejar. Para completar essa resenha, estava fuçando o youtube para planejar o Clipe JP do mês de uma belissima e ao mesmo tempo poderosa chamada Schism da banda Tool e vi que fizeram uma montagem da musica com imagens do filme e consequentemente ficou bem melhor do que o longa. Confiram ai e desculpem a demora por postar algo novo. Sinto que bons ventos virão ... abraços!

Ficha Tecnica:
Solaris
Diretor: Steven Soderbergh
Elenco: George Clooney, Natasha McElhone, Viola Davis e Jeremy Davis
Gênero: Ficção/Romance
Cotação: 50% - Filme Assistível
Musica: Schism
Banda: Tool
Disco: Lateralus









Clipe: