27 de fevereiro de 2009

O Justiceiro 2 - Zona de Guerra

Ás vezes, fazer um filme de quadrinhos não é tão difícil quanto imagina. Claro que isso tudo vai depender da obra ou do personagem correspondente. Alguns personagens conseguem ser tão complexos quanto imaginávamos quanto o Batman e Superman. E ao mesmo tempo simples como Iron Man e Hulk. Mas nenhum consegue ser tão direto e linear quanto O Justiceiro. Pois bem, o herói mais violento da Marvel está de volta na nova adaptação do cinema para o personagem. Agora ser bem sucedido...

O Justiceiro está de volta. Desta vez ele vai enfrentar o seu maior inimigo, Retalho. Junto com seu irmão Bin Jim, um maníaco, Retalho não poupará esforços para criar uma zona de guerra para destruir o seu julgador: Frank Castle. O novo filme tem mudanças extremas, desde direção (que ficou no cargo de Lexi Alexander) até o seu protagonista, trocando Thomas Jane para Ray Stevenson.

O furor do filme começou bem antes, com as polemicas criadas no Comic Com do ano passado por terem soltado um boato de que o filme iria sofrer cortes drásticos para se tornar 13 anos, assim trazendo o medo e o caos para os fãs em ver novamente um filme do personagem estragado, já que no filme anterior era perceptível a tentativa de amenizar O Justiceiro para atrair mais público, o famoso Efeito Homem Aranha. Mas pelo menos a justiça foi feita: o filme conseguiu a sua classificação adequada, e corou o final de ano de saldo positivo para a Marvel Comics já que teve no ano passado, Iron Man e O Incrível Hulk.

Colocando a real sobre o filme. O roteiro dele não passa em nenhum momento a tentativa de ser um filme reflexivo e sim uma desculpa plausível para ver o personagem em ação e o que pode se dizer, ele toca o terror. A direção de Lexi Alexander faz algo muito curioso. Em singelos 10 minutos, consegue colocar toda a violência possível que o personagem pode causar e para os fãs, esquecer o estrago lamentável ao personagem no filme passado. E enquanto o resto do filme é mais uma fita de ação cuidadosa que preza balas, mortes gratuitas e muito mais.

A Marvel tem um faro curioso para a escolha de atores para serem os seus heróis, com o novo Justiceiro não é diferente. Ray Stevenson foi a escolha mais correta e coerente para o personagem. Ele consegue carregar todos os trejeitos do personagem, principalmente o olhar frio e assustador. Dominic West interpreta Retalho. Curiosamente, ele é daquele tipo de vilão que já assusta desde sua origem do nome (cena cabulosa de ver) e consegue ser repugnante e engraçado. Ainda bem que o ator se diverte praticamente o tempo inteiro.

O Justiceiro 2 – Zona de Guerra não é um filme grandioso de gibi. Também não precisava ser do nível de Batman ou X-Men, ele apenas consegue cumpir o desejado, que é uma adaptação fidedigna de um personagem. Infelizmente vai demorar o filme chegar aqui por causa do fraco rendimento nas bilheterias norte-americanas e só em agosto e ainda direto para o dvd, pena. Um filme que não precisava ser aquele filmão, mas que pelo menos nos faça esquecer o estrago que o filme anterior fez. Parece que a tática do novo Hulk deu certo... Um Domingo Maior sem nenhum problema.

Ficha Tecnica
O Justiceiro 2 - Zona de Guerra (Punisher: War Zone)
Diretora: Lexi Alexander
Elenco: Ray Stevenson, Dominic West, Julie Benz, Dash Mihok, Colin Salmon, Doug Hutchinson e Wayne Knight.
Gênero: Ação
Cotação: 60% - Filme Assitível


Sobre o Oscar 2009, será comentado na analise trimestral do blog, e além disso, irei responder por lá o Meme enviado pelo nosso coligado Gustavo do Império Cinefilo II. Um grande abraço a todos.

19 de fevereiro de 2009

Corrida Para O Oscar 2009 - Dúvida vs O Leitor

Todo ano no Oscar tem que existir a briga de gladiadores, no qual sempre despontam dois concorrentes fortíssimos para o premio cobiçado. Esse ano tem em várias categorias, e em outras existe um arrumadinho declarado e escancarado. Porém uma categoria chama a atenção é com certeza a de melhor atriz no qual estamos presenciando uma briga genuína de gladiadoras: Kate Winslet por O Leitor e Meryl Streep por Dúvida.

Dúvida se passa em meados da década de 60 e conta a história sobre uma freira superiora, interpretada por Streep, que começa a suspeitar que o padre mais carismático da paróquia (Phillip Seymour Hoffman) de pedofilia. Enquanto O Leitor se passa durante trinta anos e é mostrada a relação conturbada de uma cobradora de bonde (Kate Winslet) com um jovem de 15 anos (David Cross) e que depois toma rumos surpreendentes.

Pois bem, além da coincidência da contenda entre as duas musas da atuação no cenário atual de Hollywood, também os dois filmes estão concorrendo em uma outra categoria em comum, que é o de Melhor Roteiro Adaptado. Daí aparecem as diferenças nos quais podemos citar que quem leva a adaptação de Duvida ao cinema é o próprio idealizador, John Patrick Shanley. Enquanto em O Leitor, quem ficou encarregado do roteiro foi David Haze, o mesmo de As Horas.

Pois bem, em um breve resumo sobre os dois filmes. Dúvida não é precisamente aquele tipo de Filme Oscar como Benjamin Button já que a plena verdade é que a sua direção é considerado o ponto mais fraco do conjunto por carregar pouca ousadia, mas essa mesma direção faz é enaltecer todo o seu elenco. Os principais atores da trama estão indicados ao Oscar e mesmo alguns não podendo ser favoritos ao premio, foram indicações juntas e um ótimo trabalho de equipe. Além da história ser envolvente e incrível.

Já em O Leitor, o espectador é testemunha de uma história forte, mas a falta de como arquitetar essa emoção é o ponto que desanima e muito. Uma direção arrastada e beirando ao tédio total. E por muitas durante a trama, parece que há um resido de empolgação, volta aquele marasmo terrível deixando no final do longa para muitos aquela pergunta: só isso? Mas também existe os seus pontos positivos como as atuações corretas de Ralph Fiennes, David Cross (uma ótima surpresa, mesmo sendo um pouco duro em muitos momentos) e Lena Olin, que entrega os melhores (e mais empolgantes) momentos do filme; uma boa trilha sonora; e uma fotografia belíssima.

Já as duas poderosas atrizes, bem, é de se reconhecer a dificuldade dessa categoria esse ano. Todas as atrizes estão em par de igualdades para ganhar essa estatueta já que empenham papeis incríveis e ainda lamentar que muita gente boa ficasse de fora da competição como a Sally Hawkins do filme Simplesmente Feliz.

Em Dúvida, Meryl Streep faz a Irmã Aloyisus, a madre superiora rígida e que controla com punho de ferro e conservadorismo as tradições da Igreja Católica. Pois bem, além de uma interpretação sublime desde inicio ao fim a ainda melhor, dando suporte a todos os atores para suas respectivas atuações, principalmente com Phillip Seymour Hoffman onde o espectador é testemunha por que ela é uma das melhores atrizes de Hollywood e que suas indicações e vitórias não são a toa, e sim fruto de um ótimo trabalho. Até esquecemos do mico lastimável que a atriz paga em Mamma Mia, um dos piores filmes do ano passado.

Enquanto Winslet faz uma atuação questionável. Em muitos momentos do filme ela faz uma atuação frívola e juntando a direção morna ficamos a mercê. A personagem Hanna Schultz é uma personagem que não consegue cativar o espectador pela sua empatia e falta de tato em muitas cenas. O momento da trama onde pode ter um esboço de emoção é a seqüência do julgamento mas mesmo assim foi praticamente engolida por Lena Olin em poucos minutos.

Em minha opinião, Meryl Streep ganha de lavada da Kate Winslet e de quebra, Dúvida é bem superior ao outro filme, O Leitor. Esperamos que nesse domingo, a Academia faça o que bem entender e escolha a atriz que conseguiu desempenhar uma atuação incrível e ganhe esse tão cobiçado prêmio. Mas também rezar para que a própria Academia não premie tal profissional com um filme aquém do que é capaz por glorificação tardia, por que é o que ela mais faz nesses últimos anos.


Fichas Tecnicas:

Dúvida (Doubt)
Direção: John Patrick Shanley
Elenco: Meryl Streep, Amy Adams, Phillip Seymour Hoffman e Viola Davis
Gênero: Drama
Cotação: 85% - Filme Indispensável













O Leitor (The Reader)
Diretor: Stephen Daldry
Elenco: David Cross, Ralph Fiennes, Kate Winslet, Bruno Ganz e Lena Olin
Gênero: Drama
Cotação: 70% - Filme Assistível















E sim ... Post de número 200!
eheheh
Abraços a todos!

13 de fevereiro de 2009

Analisando Sexta Feira 13

Hoje, é um evento cinematográfico importante. A volta “triunfal” de um dos mais notórios assassinos do cinema mundial que é Jason Voorhees da franquia mais questionável e odiada por muitos: Sexta Feira 13. a franquia volta novamente depois do lamentável Jason X(Desconsiderando Freedy vs Jason) e foi ressuscitada pela Platinum Dunes, produtora de Micheal Bay e quem fica na batuta da direção é Marcos Nispel, o mesmo do remake de O Massacre da Serra Elétrica. Porém a proposta desse texto não é falar sobre o novo filme dele, mas sim questionar de como ele conseguiu chegar aos tempos de hoje mesmo sabendo que a franquia piora a cada dia.

Iniciada na década de 80, o primeiro filme pode ser considerado um clássico, já que ele é praticamente um filme padrão para qualquer filme do gênero durante essa década e a posterior. E curiosamente no primeiro filme ele não é o vilão, mas sim a sua mãe. Do segundo filme em diante é o personagem Jason que toca o terror contra “pobres jovens” no Acampamento Crystal Lake.

Pois bem, se perguntar a algum cinéfilo sobre essa franquia, todos vão dizer que é um lixo e é praticamente a mesma história em todos os filmes, tirando Jason X por que aquilo não pode ser considerado um filme, mas um afronte a inteligência alheia. Tem elementos fundamentais e duvidosos como a nudez gratuita e a extrema violência entre o seu carrasco contra a sua vitima. Alguns já perceberam que existe um que de puritanismo já que praticamente quem faz sexo em seus filmes, a incidência da morte de quem faz sexo, aumenta e quem não faz, fica imaculada no final reforçando a idéia, quem transa, morre.

É visível que a cada filme que passa, a qualidade fica mais deficitária e ficando assim para o projeto fique mais propenso a violência e mais violência. E o mais esdrúxulo são as “grandes” sacadas dos roteiristas para ele voltar e tocar o terror contra a galera, principalmente de Jason Vai Para o Inferno onde o legista vê o coração dele e devora ali mesmo fazendo que o espírito de Jason vá para o corpo dele. UIA!

Mas essa franquia está viva por um elemento fundamental: os fãs. É uma das franquias onde tem os fãs mais apaixonados do cinema. Eles lotam o cinema só para ver esse ícone do horror em ação, matando adolescentes de 30 anos com os peitinhos de fora e matando os bobos com um facão onde corta até pensamento. Mas o maior mérito desses fãs é saber as suas limitações. Eles sabem reconhecer quando um filme da saga é bom ou não, e que sentem pena que fizeram com o personagem de acordo com os anos. Mas eles também carregam a esperança de ver um filme à altura do ícone dele e da importância que ele tem para o cinema de horror.

Se existe alguma expectativa para o novo filme do Jason, a resposta é bem clara: Não. Mas devemos encarar esse novo capitulo como um filme comum, no qual, se for bom é só apontar com sensatez os pontos positivos. Entretanto se for ruim, bem um filme a mais ou um filme a menos para a franquia que diferença irá fazer. Boa sorte aos fãs para a nova incursão do “astro” nas telonas.

7 de fevereiro de 2009

O Dia Em Que A Terra Parou (Remake)

Acredito-me que a ficção cientifica não é só apenas um desfile de efeitos especiais. Acredito que o gênero assim como o horror é apenas um plano de fundo para desenvolver sentimentos ou pensamentos, no caso da ficção, sentimentos e pensamentos. Os filmes antigos até a década de 70, sempre tinham um limite para a imaginação às alturas, mas a maioria sempre tinha um fundo sentimental ou governamental, já que a maioria falava mais em condenar o sistema soviético. Porém uma ficção merece um destaque imenso que é O Dia Em Que A Terra Parou, que infelizmente após mais de 50 anos, ganha o seu remake.

Os tempos são outros. A mentalidade hoje não é como de antigamente. Até certo tempo a ficção cientifica era como se fosse uma porta para a reflexão. Alguns mesmo sendo muito ruins, mas existia o que para se questionar. E o que falar de O Dia Em Que A Terra Parou? Uma obra prima que surgiu no inicio da Guerra Fria e que conseguiu prever que a humanidade iria cair em desgraça e criou a história de um visitante que veio alertar a todos que se continuar a viver assim, as conseqüências seriam graves. Provavelmente muitos ficaram mais admirados pela fantasia do que da realidade que a história tem para propor.

Chega nesse ano, o seu remake. Os anos se passaram e parece que a cada década a ideologia parece desvanecer. A cada ano parece que quanto mais efeitos especiais, mais “poluição visual” melhor. Muitos agradecem a isso a George Lucas e Roland Emmerich. Claro que também nesse termo surgiram outros clássicos do gênero como Alien – O 8° Passageiro; O Exterminador do Futuro; Fuga de Nova York; Blade Runner e entre outros. E hoje, para um filme do “gênero” ser bem sucedido tem que ser decorado com muitos efeitos especiais, e claro, o remake está nessa balada. O que é uma grande pena mesmo.

Quem dirigiu esse pepino foi o diretor Scott Derrickson, que só tinha no currículo o horror jurídico O Exorcismo de Emily Rose como trabalho expressivo. No elenco contamos com Jennifer Connely, o filho do Will Smith, Kathy Bates e Keanu Reeves como Klaatu, o humanóide que traz a mensagem para todos. O filme marca um feito de ter sido o primeiro filme a ser passado no espaço. Bizarro não?

Pois bem, o roteiro do remake é praticamente um desastre, apesar de colocar algumas coisas diferentes comparando ao original, mas mesmo assim, parece que a mensagem belíssima do filme anterior é tranquilamente jogada no vaso sanitário e esquece de dar a descarga para piorar a situação. Mas a pior mudança de roteiro é com certeza criar diálogos desnecessários e mudar um dos elementos mais tenebrosos do original para transformar em... Algo indescritível onde só de lembrar dá muita raiva.

Se for lembrar de atuações, é melhor passar longe, já que isso não acontece no filme. Jennifer Connely está praticamente dando beleza ao filme, porém o talento dela não se viu em nenhum momento do longa. O filho do Will Smith faz uma interpretação tão podre e revoltante que de invés de causar emoção de pena, dá é muita raiva por um personagem ruim e uma atuação pior ainda. E Keanu Reeves foi o... Keanu Reeves.

Se o original tinha efeitos superiores para aquela época, hoje se um espectador médio ver original vai dizer que é mal feito e tal. Visualmente o remake era para ser mais atrativo não? Até um certo ponto funciona, mas depois, as cenas ficam sem vida, a nave tem um visual bonito mas fica a desejar e o erro de transformar o filme em uma fita de ficção atual de ação. E principalmente, o que fizeram com GORT é praticamente imperdoável.

Ver uma situação é uma coisa, entender essa situação é outra e principalmente compreender essa mesma situação é completamente diferente. A compreensão do fato é um dos fatores mais deliciosos do original, já o remake coloca a destruição visual e o entendimento da destruição, mas a compreensão do filme para o espectador passa muito longe disso. Um remake fraco e descartável. Uma lastima mesmo.


Ficha Tecnica:
O Dia Em Que A Terra Parou (The Day The Earth Stood Still)
Diretor: Scott Derrickson
Elenco: Keanu Reeves, Jennifer Connely, Jared Smith, Brandon T Jackson, Robert Keeper e Kathy Bates
Gênero: Ficção Cientifica/ Fantasia
Cotação: 20% - Filme Fuleragem

3 de fevereiro de 2009

Olha o Blog Maneiro e o Medo do Escuro

O Cine JP foi agraciado com o selo Olha Que Blog Maneiro graças a Gustavo do Império Cinefilo II e agradeço não só quem mandou esse selo, mas a todos que entram aqui e prestigiam o meu trabalho. É por vocês e para vocês que mantenho esse blog com carinho.

E para quem vou indicar o selo, aqui estão algumas instruções:


1. Exiba a imagem do selo “Olha que blog maneiro!” que você acabou de ganhar.
2. Poste o link do blog que te indicou (muito importante).
3. Indique 10 blogs de sua preferência.
4. Avise seus indicados (não esquecer).
5. Publique as regras.
6. Confira se os blogs indicados repassaram o selo e as regras.
7. Envie a sua foto ou de um(a) amigo(a) para olhaquemaneiro@gmail.com juntamente com o link dos 10 blogs indicados para verificação. Caso os blogs tenham repassado o selo e as regras corretamente, dentro de alguns dias você receberá uma caricatura em P&B


E aqui estão os meus indicados ... e os links aqui ao lado

Cecilia - Cenas de Cinema
Alyson - Cine ao ³
Kamilla - Cinefila Por Natureza
Otávio - Hollywoodiano
Alex - Cine Resenhas
Wally - Cine Vita
Pedro - Tudo é Critica
Gustavo - Império Cinefilo Part II
Robson - Portal Cine
Ibertson - Cinema Para Todos

E sim ... Medo do Escuro ...

O cinema é uma porta para os sentimentos humanos. Nós, cinéfilos, sempre seremos agraciados ao ver na tela o amor, independentemente de seu jeito e forma. Na animação francesa Fear(s) of The Dark que já no titulo já expressa explicitamente o foco do filme, a exploração de uma forma animada um dos sentimentos mais perturbadores do ser humano, mas que ao mesmo tempo fascina e move a todos: O medo.

Grandes animadores franceses se reúnem em um projeto ambicioso em seu objetivo, mas simples em sua idéia e concepção: Explorar o medo em diferentes formas e estilos. A ausência de cor, além de ser um recurso maravilhoso, é um passaporte para deixar o espectador transtornado não só apenas pela história, mas ajuda a elevar o medo a todos.

O roteiro escrito pelos próprios criadores expõe esse sentimento de uma maneira ora sutil e curiosa ora violenta e perturbadora. Infelizmente carece de diálogos, mas existe um segmento em especial onde é praticamente um monologo muito interessante e que a compreensão é muito surpreendente. Um detalhe muito legal é a dedicação do projeto em ser praticamente na mão, fato que reforça que todos tiveram um cuidado extremo com cada detalhe como se fosse um pai com seu filho.

Um filme/projeto incrível. Um filme de horror que todos precisam ver mas não para ficar chocado com cenas gratuitas de horror que estamos acostumado com o cinema atual, não. Mas sim ser guiados por esse sentimento que consegue perturbar muito mais do que imagina. Assim provando que o escuro é belo, mas não pela ausência de cor, mas o que ele pode propor ao publico. Um filme que merece ser descoberto pelo publico.

Ficha Tecnica
Medo do Escuro (Fear(s) of The Dark)
Gênero: Horror/Animação
Cotação: 88% - Filme Indispensável