23 de agosto de 2007

O Albergue Parte II (Hostel Part II)


O foco continua o mesmo, porém a essência é bem diferente do que se imagina. Três jovens moças fazem o seu curso de arte no berço do renascimento moderno, Itália. Lorna é jovem meio hippie e meio desligada do mundo. Whitney é aquela que aproveita tudo no momento e algumas vezes se mete em confusões e Beth, que sempre fica na dela, observando tudo e que guarda um importante segredo. E depois de uma aula de pintura, o trio de moças é convencido a ir a um SPA para relaxar um pouco, e vão aonde tem as melhores fontes térmicas da Europa, em um albergue lá na Eslováquia (...).

O Albergue Parte II (Hostel Part II, 2007) continua a saga criada pelo diretor Eli Roth e mantêm o mesmo time do primeiro filme, porém o foco já é outro. De invés de ser rapazes que vão atrás de sexo fácil (alguns defendem como o gancho principal para eles irem ao lugar, outros acham desnecessário) a realidade já é outra, agora são moças que fazem curso de arte que vão atrás de relaxamento e descanso. E as moças são representadas por Heather Matarazzo (Lorna), Bijou Phillips (Whitney) e Lauren German (Beth).

(...) E o herói do primeiro filme, Paxton, pensando que tudo iria sair bem, saiu com a personalidade transtornada e pior, sofre de pesadelos todas as noites e o seu destino realmente não é feliz. E depois do incidente a organização que proporciona ricos entediados com a sua vida (tanto na profissional quanto pessoal, a fazem os instintos primários do ser humano que é matar e sentir prazer) virá uma verdadeira fortaleza aonde qualquer um que irá naquele lugar não sairá sem matar.

A maior polemica do filme não é o filme em si, e sim os eventos que aconteceram antes do filme estrear. Duas semanas antes de estrear nos EUA, vazou literalmente a versão workprint do filme e ainda pior, a versão que sai não está totalmente completa, como exemplo disso, existe seqüências dessa versão que está com o plano verde ou a colagem de um efeito não está correto. Mas o pior ainda estava por vir. Muitas criticas que saíram do filme não foram baseadas na versão final e isso ajudou o filme não ser tão recebido.

O Albergue Parte II estreou arrecadando apenas 8 milhões de dólares, de primeira vista pode se comparar um fracasso comparado o primeiro que arrecadou 20 milhões. Mas se analisar quais eram os filmes que estrearam e quais estavam entre os primeiro, a diferença começa a sentir logo. O primeiro filme estreou onde estavam entre os primeiros King Kong e As Crônicas de Narnia e os dois já estavam em sinais de fraqueza na bilheteria, já o segundo filme estreou concorrendo contra Treze Homens e Um Novo Segredo, Piratas do Caribe: No Fim do Mundo, Ligeiramente Grávidos (uma das maiores surpresas do ano) Shrek Terceiro. E acreditem, competir com esses filmes foram dureza e pior para Surf Up, uma das maiores promessas caiu em fracasso. E por causa desses problemas técnicos o filme vai sair diretamente para o mercado de dvd e fica aquela coisa, deveria ir ao cinema ou não?

O roteiro continua quase o mesmo do primeiro filme, porém se sente algo diferente, que é mais profundidade da organização criminosa que o filme trata, e mais seriedade a trama, isso pode está relacionado pelo fato do elenco principal ser mulheres assim dando mais seriedade a trama e assim deixando de lado as piadas grosseiras que marcam o primeiro filme deixando assim um tom mais serio para a segunda parte da trama.

A direção de Eli Roth para a segunda parte é visivelmente melhor do que o primeiro filme. Indo contra todos os filmes de terror atualmente, Roth está fugindo cada dia mais do estigma videocliptica que se estabeleceu para esse gênero, e é o único que está tentando fazer algo diferente na decaída industria de terror hollywoodiana, que infelizmente está investindo e pesado em remakes. E também no quesito da violência, o homem mostra por que veio, apesar de não ter muitas mortes, porém o teor da violência chega a níveis realmente macabros a ponto de não acreditar no que está se vendo.

O Albergue Parte II é um bom filme? Isso vai depender por que Eli Roth por um lado é uma promessa de um novo mestre dos filmes de horror para alguns fãs de horror e para outros é mais um charlatão que vive escorado em Tarantino. E o filme para quem gostou do primeiro filme funciona tranqüilo, para quem não gostou, vai continuar na mesma, não gostando. Mas a maior parcela de culpa foi dos apressados que foram ver o filme antes de está completo e tirou conclusões que muitas vezes precipitada demais fazendo jus aquele ditado popular, quem é apressado, come cru. Um bom filme? Não sei, eu gostei...


Ficha Tecnica
O Albergue Parte II (Hostel Part II)
Diretor: Eli Roth
Elenco: Lauren German, Bijou Phillips, Heather Matarazzo, Roger Bart, Richard Burgi, Vera Jordanova, Jordan Ladd e Jay Hernandez.
Gênero: Horror

Se Gostou, Recomendo:

Ringu - O Chamado 2
Cannibal Holocaust
Morrer ou Viver
Lady Vingança

16 de agosto de 2007

O Visitante Q (Visitor Q)


Hoje vemos em quase todas as sociedades, o questionamento do que está acontecendo com os jovens de hoje. Atualmente está se tornando ao mesmo tempo comum e macabro atentados que os jovens estão cometendo em algumas sociedades. Jovens metralhando colegas, espancando mulheres e menos favorecidos, matando os próprios pais. No Japão um jornalista que encontrar a resposta do por que da sociedade japonesa ser tão cruel, porem a resposta (...)

O Visitante Q de Takashi Miike é algo curioso de se falar. Imagine, o filme é baseado no filme Teorema de Píer Paolo Pasolini. Poderia se dizer que seria um remake inusitado não? Porém não é. O filme original depois ganhou a sua versão literária e Miike utiliza muitas bases do livro de Pasolini e principalmente o eixo que liga os dois filmes: a estrutura da família. Então o que falar dessa adaptação?

(...) Como dizer sobre um jornalista que quer achar as repostas sobre essa questão sem olhar para a família dele? Começando por ele, que faz incesto com a própria filha, problemas no seu trabalho e complicação na ejaculação. A filha saiu de casa e é uma prostituta; a matriarca é espancada todo santo dia pelo filho que este mesmo é literalmente humilhado pelos colegas do colégio. Mas com a chegada de um visitante sem nome e sem passado, a rotina dessa família irá mudar para sempre.

O roteiro do filme como já referido, se baseia na obra de Pasolini, mas Visitante Q fez uma adaptação para a realidade do seu país, e que acreditem, não foge muito de onde vivemos não. Assim como na obra original, faz uma critica severa a sociedade de onde se passa a história. E a direção de Miike neste filme é algo de outro mundo. As influencias de Pasolini estão nesse filme na forma mais bruta, mas também tem características do cinema naturalista extremista japonesa dos anos 70. e a violência que Miike cria nesse filme é algo que fica no limite entre o surrealismo e bizarrice, por que ele explora tanto a violência visual quanto a psicológica. Mas também não se deixa de ter cenas de arte que faz com que essa obra seja tão rica.

O Visitante Q é um filme estranho, violento e assustador. porém não tem monstros, sustos, fantasmas, nenhum elemento taxativo do gênero. O filme assusta por que assim como em algumas obras como Salò e O Império dos Sentidos, o que mais assusta é do que o ser humano é capaz de fazer e pior, é quando nós tentamos não acreditar que aquilo pode ser real. Acredite, pode sim, de incentivo e verás o que acontecerá ... Uma ótima adaptação sem duvida.


Ficha Tecnica:

O Visitante Q (Visitor Q)
Diretor: Takashi Miike
Baseado No Filme/Livro Teorema de Pier Paolo Pasolini
Gênero: Horror/Drama/Humor Negro

Se gostou do filme recomendo

O Império dos Sentidos
Teorema
Salò
Ichi The Killer

11 de agosto de 2007

I'm A Cyborg But That's Ok! (Eu Sou Um Cyborg Mas Tudo OK!)


Filmes românticos têm sempre clichês batidos, porém eficientes. Uma moça encontra um rapaz ou vice-versa em uma situação comum, ao decorrer da trama, os dois se conhecem, também um pouco mais a fundo, sempre incluindo nessas partes sexo, ou uma troca de caricias. Porém tem aqueles pontos de convergência onde acontece um desentendimento entre o casal e que só no final do filme é que o casal volta e todos ficam felizes para sempre, algumas vezes dependendo do teor da história, um do casal morre para dar mais emoção e fazer qualquer espectador, principalmente os mais sensíveis. Dá pra mudar um pouco essa rotina?

Chanwook Park faz essa mudança em seu novo filme, I’m A Cyborg But That’s Ok. A história poderia ser mais uma que se encaixasse nessa pragmática, mas não é. Cha Young-goon é internada em um manicômio depois de um acidente de trabalho em uma fábrica de rádios. Porém ela já mostrava indícios de loucura, a coitada pensa que é um cyborg que ainda não sabe o seu propósito na terra e nesse mundo de loucos ela conhece o Park Il-Sun, um jovem que é um anti-social que rouba pequenas coisas acreditando que está roubando a essência da pessoa. Juntos vão viver uma curiosa e sincera história de amor.

Alguns podem pensar: Park fazendo um filme romântico e tal. O curioso é que se olharmos o currículo do homem, de imediato pensamos que ele é um diretor de horror ou suspense. Porém ele faz algo curioso em seus filmes, como ele foi estudante de filosofia em Seul, ele sabe muito bem valorizar o ser humano em si. Mesmo nas situações extremas, o que se ver na verdade é um estudo do homem e de suas atitudes. E a trilogia da vingança foi o perfeito exemplo disso. E agora com esse novo filme será que ele consegue ser tão bem sucedido quanto a sua obra máxima?

O roteiro desse filme mescla entre a simplicidade e a complexidade, estranho não? Park ele cria uma história simples de amor, mas nesse meio termo ele cria uma gama de personagens complexos, porém sensíveis e que conquistam a simpatia do espectador. A trilha sonora é algo de destaque, Yeong-wook Jo, colaborador de Chanwook Park, entrega ao publico uma das melhores trilhas e se igualando a Lady Vingança, quase impecável mesmo.

Su-jeong Lim faz a bizarra, porém irresistível Cha Young-goon, fazendo uma interpretação ora de desenho animado ora dramática, e o mais curioso é sua dedicação para o papel, ela na época das filmagens ela estava pesando os exatos 39 kg e fez com que isso ajudasse e muito na caracterização do filme. Mas a surpresa maior foi com o seu parceiro de cena. O cantor Rain faz o parceiro romântico, o Park Il-sun o curioso rapaz que rouba a essência das pessoas em volta. E o mais legal é que Park sabe arrancar ótimas interpretações de cantores em seus filmes, o maior exemplo disso é da própria Lee Young-Ae (A Lady Vingança) que é uma cantora e Park arrancou uma das atuações mais belas que o cinema oriental pode proporcionar ao grande publico.

Chanwook Park surpreende a todos, fazendo o seu melhor filme técnico, onde a fotografia é impecável, seqüências mágicas que ganham mais força com seus personagens fantásticos, Ótimas interpretações e Park fez algo mais incrível ainda, construiu uma bela história de amor sem cair no marasmo dos filmes românticos atuais, o melhor filme romântico do ano sem duvida.


Ficha Tecnica

Eu Sou Um Cyborg Mas Tudo Ok! (I'm A Cyborg But That's Ok!)
Direção: Chanwook Park
Elenco: Su-jeong Lim, Rain.
Gênero: Fantasia/Romance/Ficção/Comédia

Se Gostou Desse Filme Recomendo:

Casa Vazia
Brilho Eterno de Um Mente Sem Lembranças
Um Estranho No Ninho
O Fabuloso Destino de Amelie Poulain
Lady Vingança

5 de agosto de 2007

Postagem Dupla: Die Hard 4.0 / Espelho (Into The Mirror)

Die Hard 4.0

Depois de detonar um edifico residencial em LA, um aeroporto em Washington e de ter evitado um dos maiores roubos na história, o policial linha dura John McClane agora é detetive e passa o tempo vigiando a sua filha, Lucy na universidade. E na madrugada ele tem que escoltar um hacker para a capital federal para que o FBI interrogar o garoto por algumas infrações da lei. É... Parece fácil não?(...)

Duro de Matar 4.0 volta depois de mais de uma década e mais uma vez o policial linha dura John McClane está de volta. A franquia de ação que revolucionou o modo de fazer filmes de ação está de volta. Porém muita coisa mudou e a mudança mais sentida é com certeza de quem está comandando. O diretor desta vez é Les Wiseman, sim o mesmo da franquia de vampiros e lobisomens Anjos da Noite. e mesmo com esse elemento que para muitos é negativo até dizer chega, a franquia tem ainda é duro na queda ?

(...) McClane vai escoltar Matt Farrell, um hacker que como muitos, não gostam de força policial, mas quando chega lá, sempre na hora errada e no momento errado, McClane e Matt são vitimas de uma rajada de balas de um grupo terrorista desconhecido e ainda para piorar o dia, o país se torna vitima de cyberterrorismo comandado por um hacker chamado Thomas Gabriel, que tem um passado sombrio e para concluir, Lucy é seqüestrada por Gabriel aumentando mais a fúria do nosso herói, e ele tem um simples plano, salvar a sua filha e detonar todos.

O curioso é que o roteiro do filme segue a linearidade das outras tramas (o nosso herói chegando o lugar a paisana, mas depois ele tem que salvar o dia detonando tudo), porém esse novo filme ganhou um elemento interessante, que é a critica ao sistema de governo atual provando que mesmo com o 11 de setembro a estrutura de segurança e prestação de serviço americano continua sendo altamente falho. E pensar que são os mesmo roteiristas de O Enviado e Refém. Surpresa não?

Timothy Olyphant faz o vilão da trama, o mais curioso é que de todos os vilões tem o plano mais complexo e mais interessante, porém ele não chega aos pés dos grandes vilões da franquia, os irmãos Gruber. E ainda fez uma atuação quase piloto automático, deixando quase tudo a perder. Justin Long faz o cara que ajuda o nosso herói nas partes que ele ainda não domina, o curioso é que ele tem uma inegável química com o nosso herói, porém não barra Zeus, interpretado por Samuel L Jackson, mas ele agüenta o tranco. O curioso é que os maiores destaques, além de Bruce Willis, é Cyril Raffaelli, Kevin Smith e Mary Elizabeth Winstead. O primeiro de inicio não temos idéia de quem é o cara, porém ele fez um dos filmes surpresa de 2006, Distrito B13, e também um dos inventores de Le Parkour, e ele faz um capanga muito foda e as cenas deles são realmente memoráveis. Kevin Smith faz uma participação especial fazendo um dos hackers que ajuda o nosso herói, caricato, faz que o personagem seja bem divertido na trama. E Mary Elizabeth Winstead faz a Lucy, e pense numa menina linda e também durona e convence que ela é filha do cara.

E claro que não podia deixar ele de fora. Bruce Willis mesmo fazendo algumas coisas que digamos, muito abaixo da media, ele também nos surpreende em fazer algumas coisas bem legais, mas quando o negocio é ação, não tem pra ninguém, o homem é foda! E nesse filme ele eleva o grau de fodisse em altos níveis, mesmo reduzindo o cigarro e falando menos coisas obscenas ele continua irônico até o osso e a principal característica, um herói humano onde sangra, tem medo e que sofre.

Juntando com a surpreendente direção de Les Wiseman, Duro de Matar 4.0 agrada aos olhos do grande publico, mesmo com ausência de algumas coisas o filme compensa com um roteiro inteligente e decente; boas seqüência de ações e acima de tudo, a volta de um personagem que o cinema sentia falta. E quem diria, quando grandes produções falham em seus objetivos, o que tinham mais cara de bomba surpreendem e agradam... e Die Hard conseguiu. Um ótimo filme.










Espelho - Into The Mirror

Uma loja de estabelecimento (uma Carrefour da vida) chamada Dreampia vai tentar a sua reinauguração depois de uma tragédia que aconteceu há um ano atrás. Um incêndio quase destruiu a loja. Mas antes do grande evento, funcionários começam a morrer de modo assustador e todos não sabem o que fazer. O chefe de segurança Woo, que era um ex-policial que saiu da corporação depois de um terrível incidente, tenta solucionar esse caso. A policia tenta solucionar por caminhos duvidosos, porém a cada vez que Woo tenta descobrir a verdade, mas assustadora ela fica.

Into The Mirror ou Espelho é um exemplar que meio que desconhecido que chegou meio que timidamente no mercado de dvds através da Europa Filmes que está se tornando uma referencia a filmes orientais, e principalmente coreanos e japoneses, agora o que mais intriga a falar desse filme é por causa de algo que está se tornando inevitável: Vai ganhar remake americano.

A produção americana vai contar na direção com o diretor francês Alexandre Aja que fez para muitos o melhor remake de horror, Viagem Maldita e também dirigiu a pequena obra-prima Haute Tension e ainda vai contar no elenco Kiefer Sutherland e Amy Smart. De inicio se pensa que é uma ótima idéia, mas não é em nenhum momento. Hoje o cinema de terror americano não está sobrevivendo com os seus próprios pés e se continuar assim, os grande admiradores não existiram mais. E pior será para Alexandre Aja por que mesmo com seu currículo bom, porém não construindo algo de novo, ou talvez original a carreira do diretor que de invés de ser um promissor diretor de horror vai ser apenas um cara medíocre que só vai fazer releituras e ser um diretor vazio.

O roteiro de Into The Mirror não fica só restrito aos acontecimentos e as mortes, também ele explora de uma maneira coerente a trama do personagem principal mostrando o seu drama pessoal. De atuação é para bater palmas para Ji-tae Yu, de inicio não temos idéia de quem ele seja, esse ator fez o Woo-jin, o grande vilão de Oldboy e quando se pensa que é um ator de um filme só, ele faz uma interpretação muito forte e interessante assim criando um personagem tão complexo quanto de Oldboy. A direção de Sung-ho Kim em seu primeiro filme consegue fazer algo que quem acompanha o cinema oriental já se tornou rotineiro que é a mistura de gêneros e nesse filme não é diferente. No caso de Into The Mirror o filme além de ser um suspense sobrenatural também funciona como policial dando assim um fôlego curioso a trama.

Ele não é incrível como The Host, mas também não é tão medíocre quanto Redeu-ai. Mas com certeza é um filme que prende a atenção do espectador do começo ao fim, pode se dizer de todos os filmes coreanos é o que tem menos impacto técnico, assim investindo mais na capacidade de seus atores e no seu clima de tensão que o filme estabelece. É como dizem a maioria dos críticos atuais, veja antes do seu inevitável remake hollywoodiano. Se os críticos acham que os americanos estão sem inspiração, imagine como estão pensando os fãs do filme...



















Ficha Tecnica:

Duro de Matar 4.0 (Live Free Or Die Hard/Die Hard 4.0,EUA)
Diretor: Les Wiseman
Elenco: Bruce Willis, Timothy Olyphant, Maggie Q, Justin Long, Mary Elizabeth Winstead, Cyril Raffaelli e Kevin Smith
Gênero: Ação/Aventura

Espelho (Into The Mirrror, KOR)
Diretor: Sung-ho Kim
Elenco: Ji-tae Yu, Myeong-mim Kim, Hye-na Kim, Ju-bong Gi, Myeong-su Kim
Gênero: Horror/Drama/Policial