24 de julho de 2006

A Morte Passou Por Perto / Team America - Detonando o Mundo

A Morte Passou Por Perto

Uma coisa é certa, triângulo amoroso é sempre retorno no cinema e esse tema também foi utilizado pelo mestre do cinema (no meu ver) Stanley Kubrick. Mas também foi um dos primeiros filmes dele e é uma pena que não tem a genialidade que se ver em seus outros filmes.

Em A Morte Passou Por Perto conta a história de Davey, um lutador de boxe decadente que mora em um apartamento irrisório, mas que todas as noites ele olha para a janela e vê a sua vizinha Gloria, uma bela jovem que tem como trabalho dançarina de cabaré. Depois de uma vergonhosa derrota ele volta para casa e vê a sua vizinha aos gritos com o chefe dela, Ruffalo, mas protegendo a sua vizinha e pedindo a para ir embora para longe com ele, só que ele não sabe que não será tão fácil assim e terá que enfrentar a fúria de um homem muito violento.

Já nesse típico filme noir de 1955 se percebe os traços e características de Kubrick. O filme é muito ágil que deixa o espectador ansioso para o próximo ato; a sua fotografia, mesmo para um filme noir, tem closes marcantes e um jogo de iluminação marcante que deixam ainda mais mágicos provando que o preto e branco carrega charme e beleza. As coreografias das lutas chegam ser banais, mas com uma condução que só Kubrick fazia deixava a cena realista e de impacto. Os personagens do filme são muito caricatos que já cria uma dedução para o espectador saber com o que está lhe dando no filme, mas isso não chega o fator que prejudica o filme. O roteiro é comum e simples, mas foi contada de uma maneira que ganhamos uma bela narrativa com jogos de cena sem igual dando destaque a seqüência aonde a personagem Gloria conta a história de sua vida, mas quando se viu em cena é uma bela demonstração de balé.

Mesmo com um tempo relativamente curto, A Morte Passou Por Perto é um belo filme noir com reviravoltas, personagens inesquecíveis e a maestria de Kubrick que começava a fazer uma trajetória sem igual marcada pela ousadia e obras únicas. Uma verdadeira aula de cinema e arte.

Nota: 9,5


Team América – Detonando o Mundo

Imagine colocar em um filme, as ironias de Dr. Fantástico, a comedia de baixo calão de South Park, a nostalgia de Thunderbirds e com o ridículo espírito americano de querer controlar o mundo? O resultado é imprevisível e divertidíssimo. Em Team América – Detonando o Mundo conta –nos a saga e o esforço do Team América contra o terrorismo. Depois de uma “bem sucedida” missão em Paris, a equipe descobre que os terroristas estão com ADM (Armas de Destruição em Massa)e a equipe tem uma idéia: Colocar um ator da Brodyway como terrorista para saber o próximo passo mas essa missão tem conseqüências graves criando raiva em muitas pessoas dando espaço para o verdadeiro vilão.

Desde South Park, os diretores Matt Stone e Trey Parker não poupam criticas ao sistema de vida americano provando que tudo que se ver nos filmes não passa de uma ilusão e é altamente falho. Durante o desenho as grandes celebridades foram motivos de piada para eles dando destaque ao episodio que eles responderam a altura a derrota do Oscar de Melhor Canção, enfiando a estatueta lugar bem apropriado no cantor vencedor Phil Collins e fez uma das musicas mais chatas da lista e ganhou roubando de South . Mas com o 11 de Setembro, a Guerra do Afeganistão e a ridícula Guerra do Iraque que aonde foi por um motivo ridículo que era procurar armas de destruição que nunca existiram que na verdade era pelo petróleo e ainda os americanos fizeram questão de destruir obras importantes da humanidade que foi demonstrado isso na seqüência inicial que eles procuram em Paris e em Cairo. E principalmente nas falhas e erros da Inteligência que é um computador que coordena informações para a equipe que é uma comparação a CIA e seus erros.

O roteiro tem um simples alvo, ferir o orgulho americano e ainda amostrar o que eles fazem durante esses anos e que não é a coisa certa. Os diálogos do filme são altamente ácidos e pesados, como em South, Os famosos são altamente ridicularizados tanto nas ações e nas canções e o que chega ser muito interessante é que nenhum artista deixou o seu nome ser citado no filme. A trilha sonora do filme é um dos pontos mais altos do filme que alem de ser muito engraçado tem muita acidez nas suas letras e principalmente na sua musica tema. A montagem do filme é um ponto importante por que o filme todo foi feito por marionete de propósito para manter a ironia bem alta.

Tudo que se vê em 95 minutos de cenas de ação no extremo do ridículo, personagens estereotipados, situações fora do normal, mas em um filme de comédia, tudo se torna divertido e engraçado aonde se percebe um cunho social forte que nos faz refletir sobre o mundo que vivemos e dos nossos governantes. E depois do final do filme lembraras de cada situação de da melhor musica... América, Fuck Yeahhh.


Nota : 9,5

21 de julho de 2006

Sympathy For Mr. Vengeance


Ryu é é um surdo-mudo. Dedicado a sua irmã e trabalha em uma fábrica. Mas ele descobre que a sua irmã está muito doente e que precisa com urgência de um transplante de rim, mas ele perde o emprego e ainda pra piorar, ele tenta um rim no mercado negro, mas perde as economias, próprio rim e é enganado. E em um momento de angústia Ryu e sua namorada tiveram um plano de seqüestrar a filha do ex-chefe do Ryu de Quatro anos. Tudo iria bem, mas acontecem alguns fatos que põem tudo a perder e a vida de Ryu vai se encontrar com a do Ex-chefe em um embate fatal.

Em Sympathy For Mr. Vengeance de Chan-Wook Park é explorado o tema da vingança e seus caminhos. O filme prova em suas situações que tudo que acontece na vida de cada personagem acontece a constante relação causa - conseqüência aonde cada ação que ocorre durante o filme terá a sua reação futuramente e com suas justificativas. Esse é o primeiro de uma trilogia que aborda o tema da vingança, mas que não é uma trilogia de personagens e sim de histórias que tem como base o tema da vingança e de suas conseqüências sempre carregados com o furor devastador.

O filme é separado em duas partes. Na primeira parte somos apresentados aos personagens principais e que são jogados cenas que de inicio tem um significado, mas quando a cena dá uma continuidade se demonstra outro sentido e que em algumas vezes se torna algo melancólico ou chocante. Na segunda parte do filme começa uma destilação de violência extrema, mas que por incrível que pareça, todos os eventos que ocorrem durante esse ato tem seus motivos. Também o filme tem cenas que impressionam pelo grau de violência que é demonstrado e que é a influencia chave para Eli Roth e sua obra O Albergue. O elenco do filme transmite emoção e arranca lagrimas em momentos de tristeza ou agonia. O roteiro é muito bem trabalhado mesmo com um erro fatal que só os olhos clínicos percebem, a trama é bem contada e que prende o espectador do inicio até o fim e principalmente as seqüências aonde Ryu protagoniza valorizando o som natural da cena juntando com o final surpreendente que só Park sabe conduzir e segurar o tempo inteiro até a sua última cena. O visual do filme é simples, mas rico em naturalidade juntando com suas cenas belas e inesquecíveis.

Um filme que nos faz refletir sobre as situações que se ocorre durante o dia-a-dia. Um filme que não tem limites nas horas extremas, um choque visual aonde a crueldade se tora algo artístico e belo. Um filme que soube bem discutir esse filme sem clichês sobre esse tema que sempre é discutido numa forma muito caricata. Park sabe e muito bem demonstrar ao publico um novo estilo de violência. Um filme que fica na sua cabeça por um longo tempo. Recomendo.

Nota : 10,0

13 de julho de 2006

Carros (Cars, 2006)


A Pixar Animation Studio está completando 20 anos em 2006 e para comemorar esse grandioso evento lançam esse filme Carros, um filme que deveria lançar o que poderiamos dizer uma grande obra ... deveria mas que se tornou uma fraca homenagem a uma empresa que revolucionou para sempre o cinema de animação digital.

A História se passa durante a grande final da Copa Pistão e três carros estão empatados. Um é The King, um veterano que está na sua ultima corrida e vencedor da copa passada; outro é Chick Hicks, um invejoso que sempre é o segundo lugar; e a grande sensação da copa Lightning McQueen, um jovem talentoso e astuto mas arrogante, exibido e burro. Durante a corrida acontece um empate tecnico entre os três por culpa de McQueen no que resulta entre eles uma corrida extra para saber quem é o vencedor. Mas pelas besteiras que McQueen faz, perde a sua equipe e ainda para piorar com uma inconsequente brincadeira dos carros tunados ( cena que fica subentendido que os carros tunados são marginais) ele se perde do seu caminhão e sai da freeway e vai passar numa cidadezinha chama Radiator Springs e depois de uma confusão que ocorre com ele lá, ele ira aprender valores inesqueciveis e aprender que o importante é a jornada e não a chegada .



Bem a Pixar sempre e indiscutivelmente é importante para o cinema por trazer a inovação da computação grafica e alem de belos filmes e personagens inesqueciveis como Sr. Incrivel; Mike e Sulley; Bu; Woody e Buzz Ligthtear. Mas com o surgimento da PDI/Dreamworks, o imperio da Pixar foi e ainda está sendo ameaçado e com a ajuda de peso verde do Sherk cresceu a necessidade de fazer algo melhor do que a Dreamworks mas não foi o que aconteceu nesse filme.


O Visual do filme impressiona com a sua beleza e pela proximidade com a realidade desde da grama dos campos até o brilho reluzente dos seus carros. A sequencia inicial do filme aonde começa com a introdução do personagem McQueen e a primeira corrida é empolgante e engraçada. Mas o que realmente deixa o filme a perder é o seu roteiro. Mesmo focando os carros, eles mantiveram a base dos outros filmes (o único que tem um roteiro diferente é Monstros S.A.) que é o valor das amizades e familia , sabemos que é um tema lindo e tudo mas que quando se repete direto cria um conjunto de cliches que mostra que tem que empurrar ao espectador lições de morais em 5 e 5 minutos e demostra claramente a decadencia da disney em suas histórias. O elenco de dubladores estão realmente maravilhosos. Com Bonnie Hunt,Tony Shalhoub, Cheech Marin, Micheal Keaton, Larry The Cable Guy, Paul Newman e o cara que salvou praticamente o filme inteiro é Owen Wilson que deu voz e alma para Lightning McQueen que é uma mistura de vairos personagens do ator e principalmente Zoolander, para quem não sabe é um filme de comédia aonde amostra em cena um principal tapado, arrogante e se acha o tampa. bem o Lightning é a mesma coisa e ainda por cima, também Owen Wilson participa nesse filme.

O filme agrada pelo seu visual magico, com um personagem inesquecivel mas que se perde em sua história forçada e pediante aonde o espectador já descobre o que vai acontecer logo nas primeiras cenas já sabes o que vai acontecer no final. Mas pelo menos somos compensados com aquele toque ironico que tem na maioria dos filmes da Pixar como em Monstros S.A. com a fim da inocencia; em Procurando Nemo trata o alcoolismo e nesse toca em dois pontos aonde surpreende o filme com a conotação bem mais pesada. E na sua maioridade a Pixar já começou a andar contra a maré da genialidade ... mas criança liga pra isso ?

*Para quem vai ver a dublagem original no final do filme aparece a voz de Michael Schummacher e também de Jay Leno.


Nota:8,5

4 de julho de 2006

Superman Returns


Em 1978 saiu um filme cujo o cartaz chamava atenção com o seu slogan : "Você irá acreditar que o homem pode voar" chegava nos cinemas da época Superman - The Movie. Dirigido por Richard Donner e estrelado por Christopher Reeve, Gene Hackman e Marlon Brando; o filme é considerado um dos melhores filmes já feitos e alem de ser a melhor adaptação de gibi nas telonas. Mas com o tempo a Dc enfraqueceu em decorrencia de pessimos filmes da sua franquias (o 3 e o ridiculo Em Busca da Paz que é claramente um apelo muito mal sucedido contra a Guerra Nuclear) e isso deixou a sua rival a Marvel mais forte e lançou filmes realmente bons (X-Men, Blade, Hulk e Homem Aranha) mas a Dc não deu por vencida e lançou em 2005 Batman Begins, que alem do filme ser ótimo é um dos melhores do ano. E com essa ótima recepção a Dc decidiu que Ele deveria retornar e retornou e em grande estilo.

Superman Returns se passa anos depois dos acontecimentos do segundo filme. Depois de ficar ausente por um longo tempo, Superman volta de uma viagem ao espaço mas quando chega na terra percebe que o mundo aprendeu a conviver sem ele incluindo a sua grande amada Lois Lane que agora está casada e com um filho. Enquanto isso, o maior inimigo de Superman, Lex Luthor arquiteta um plano realmente cruel para dominar o mundo e agora só o Superman para parar os planos doentios de Lex e recuperar o amor de Lois.

Mas para Superman retornar foi realmente complicado. Primeiro foi a escolha do diretor, no começo da produção foi o diretor Tim Burton mas com problemas saiu. Mas com o sucesso da série animada, da Liga da Justiça e do sériado Smallville, a Dc percebeu que a hora é essa e foram pesquisar mais diretores. Surgiram vaíros candidatos, um deles era McG, o diretor de um dos piores filmes que já vi em toda a minha vida que foi As Panteras e sua continuação e suas escolhas absurdas de colocar Beyoncé como Lois Lane e o ator do seriado Tom Welling, que ainda é um ator fraco como o homem de aço. E a Dc junto com a Warner contratou um diretor que realmente entende de superheroi: Bryan Singer. Ele dirigiu X-Men 1e2 e também Os Suspeitos e O Aprendiz, além de ter uma concidência muito interessante com o diretor do original Richard Donner que antes de fazer filmes de superherois eles fizeram filmes de suspense e chamaram atenção dos produtores com seus incriveis talentos.

Por falar em talento, o elenco do filme é excelente e todos tem seu destaque. Eva Marie Saint faz Martha Kent, a mãe de Clark Kent, mesmo falando pouco ela traz sensibilidade em cena. Parker Posey faz Catherine, a ajudante de Lex Luthor, ela proporciona momentos de humor refinado. Sam Huntigton faz Jimmy Olsen que também carrega momentos de diversão.
Tristan Lake Leabu faz Jason , o filho de Lois tem bom momentos em cena e é uma peça muito importante do filme. James Mardsen faz Richard, o marido de Lois, e o ator até que fim faz uma coisa que ele deixou de fazer em X-men, ser importante em cena. Kate Bosworth faz a mocinha Lois Lane, ela soube bem caracterizar o papel mas o fator idade da atriz pesa um pouco e fica muito estranho quando se vé a pelicula mas em nenhum momento ela estraga o filme. Kevin Spacey está brilhantemente maléfico como Lex Luthor, além de trazer aquela coisa vilanesca ele faz rir com suas ironias e sentir raiva em seus momentos de crueldade. E claro, para repetir a formula que consagrou em X-Men, Bryan Singer escolheu um desconhecido para o papel principal. O escolhido é Brandon Routh assim como Hugh Jackman é o Wolverine, Brandon Routh é o Superman, ele encarna o personagem deixando ele mais humano, uma atuação natural que deixa a confundir com o Superman original Christopher Reeve mas Brandon fez e com louvor o homem de aço.

O roteiro do filme é ambicioso, ele tem uma história bem bolada e consistente, mas do que a do Batman Begins, e o roteiro tem aqueles famosos ganchos que deixam o espectador ansioso para a próxima cena só que não supera o belo roteiro escrito por Mario Puzo do primeiro filme. A inesquecível trilha sonora de John Willmans foi mantida mas John Ottman deixou com um charme a mais criando mais uma trilha mágica e emocionante. As montagens das cenas do Superman voando são realmente belissimas que dá uma emoção única e não fica aquela nojeira que ficou em Matrix e em Homem Aranha. As sequencias de ação são muito bem dirigidas que provam que Bryan Singer é um dos melhores e talentosos da atualidade. E tenho que citar dois pontos marcantes do primeiro filme que estão nesse filme também que são os créditos iniciais que foram mantidos e que ficou ainda mais belos nesse novo filme e a cena final aonde aparece Superman no espaço foi mantida e se transformou em um momento de grande emoção.

Superman Returns não é um filme, é um verdadeiro épico de um superheroi, aonde transparece emoção desde da primeira cena até a ultima e ainda com a condução mágica de Bryan Singer o filme se torna algo prazeroso em ver e rever. Um belissimo filme em que podemos dizer no final : Eu acredito que o homem pode voar ...

Nota : 10,0

1 de julho de 2006

The Hills Have Eyes - Viagem Maldita



Nos anos 40 a 60, os EUA para combater a URSS na guerra armamentista, fizeram testes nucleares para suas bombas. O lugar fica no Novo México, em um deserto, sendo que os moradores locais como não tinham para onde ir, eles ficaram nos arredores basicamente nas minas que existem por lá. Até hoje o governo americano nega isso e nisso cria o ponto de partida para o filme The Hills Have Eyes (Quadrilha de Sádicos), um filme de Wes Craven que ganhou nova roupagem com o diretor francês Alexandre Aja.

O filme conta-nos a trajetoria de uma familia comum que viaja em seu trailer, durante a viagem param em uma posto de gasolina para reabastecer e pedem para o dono do posto dar alguma dica de chegar mais rapido no destino que eles querem chegar, sendo que o dono dá uma sugestão de seguirem pelo deserto mas algo de puro horror esperam por eles nesse caminho. como consequência da radioatividade, os moradores ficaram deformados e mudaram os seus habitos alimentares, se tornaram canibais e a familia vai tentar de tudo para sobreviverem a esse horror.O roteiro não tem complicações, pelo contrario, ele obedeçe a cartilha do horror e coloca elementos mais aterrorizantes que deixou o original como se fosse um passeio no parque, até o proprio diretor do original Wes Craven achar pesadissimo. o responsavel pela nova versão é o francês Alexandre Aja, essa figura tem escrito na testa : SÁDICO!!! por que ele não poupa em qualquer momento, esforços para que o espectador sinta muito medo e tensão. Nesse filme ele reultilizou alguns recuros do outro filme como os sustos secos, tensão e violencia exarcebada e juntando com o roteiro do original de Wes Craven, o filme se torna uma viagem alucinante a sobrevivencia. E quem viu Haute Tension sabe do que estou falando.

O elenco do filme é muito competente dando mais foco a nova geração de atores que são Aaron Stanford , Dan Bryd e Emille de Ravin ( a Clarie de Lost) e eles conseguem ter grandes momentos grandiosos, tenebrosos e claustroboficos incluindo uma cena de estrupo aonde a personagem de Emille sofre, a cena foi tão forte sofreu uma censura fortissima e mesmo cortado a cena ficou forte. Os atores que fazem os moradores da colina são competentes mesmo falando pouco, eles marcam o filme com suas aparições assustadoras, os aspectos tecnicos do filme já valem a pena o ingresso, desde da sua fotografia seca e assustadora, uma condução muito competente, as cenas de ação são realmente eletrizantes aonde o espectador se arrepia a cada instante crucial do filme e da crueldade dos vilões. Também o espectador ficará feliz por que os principais não saem ilesos, sim eles sofrem e isso deixar sair do convencional deixado pelos terror teen que apresnta um enfraquecimento generalizado.

O resultado final agrada e como agrada, o filme é cruel, violentissimo e sádico. o diretor pegou um filme de terror comum dos anos 70 e transformou em uma viagem maldita e inesquecivel e fiquem tranquilos, ele é considerado o melhor remake de horror junto com A Profecia e Água Negra (na minha opinão). Se continuar assim podemos ficar tranquilos por que o gênero do horror está em ótimas mãos, sádicas mãos ... embarque nessa viagem pela sobrevivencia mas cuidado ... a colina tem olhos ...

Nota: 9,0