30 de maio de 2006

Critica : Cabana do Inferno (Cabin Fever, 2003)


Cinco jovens (dois casais e um idiota) alugam uma cabana para passar uns dias. uns vão aproveitar os momentos de solidão e o idiota vai caçar esquilos, durante a estupida caçada, ele contra um homem altamente doente e (para variar) o grupo afugenta o homem que morre apenas em um luga muito incomodo e com a morte desse homem começa o horror par os jovens

Com uma historia comum de anos 80, Cabana do Inferno (Cabin Fever, 2003), além de ser o filme de estreia do novo queridinho do genêro do horror Eli Roth, foi também o filme mais lucrativo da Lions Gate em 2003. Custando 1,5 milhões, o filme arrecadou 100 milhões de dolares só nos EUA. E também teve uma grande ajuda de um cineasta de peso, Peter Jackson. Durante as filmagens de Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (Lord of The Rings: The return of The King,2003) ele parou para que a equipe visse esse Cabana do Inferno. Também uma coisa que o grande publico não sabe é que no começo da carreira, Peter Jackson dirigiu altos filmes trash, daqueles de dar nauseas.

Bem, a história do filme é digno de dizer que é trash mas que ganha em um ponto interessante: de inves de ter um demônio como um vilão ele perferiu um paramentro mais real o vilão do filme é uma doença, uma especie de virus mortal que tem consequencias catatrósficas como febre alta, enxaqueca, delirio, vomitando sangue(o que não é pouco) e a perca da pele. O roteiro, era de se esperar, respeitas as normas desse tipo de gênero como sustos, sangue, sexo, personagens macabros, boas doses de sustos e muita violencia. Sendo como é um filme trash o roteiro podemos dizer é pobre mas o filme é bom mas o roteiro é pobre mesmo mas que esquecemos esse detalhe com um final altamente ironico e apocaliptico.

Os aspectos tecnicos desse filme para seus 1,5 milhoes é muito. Além da fotografia ser um show de bola, a edição de algumas cenas são muito tradicionais mas que funcionam. As sequencias em vermelho são bem intensas que nos lembram um classico trash Evil Dead. A maquiagem está soberba mesmo com pouco orçamento ele tem uma maquiagem pesada e sangrenta. O elenco ... bem o elenco... não se cobra muito, só o necessario para esse gênero mas também as sequencias dos delirios estão no mínimo interessantes incluindo uma a lá o Iluminado.

Eli Roth ( foto a baixo) chama atenção pelo seu jeito um pouco fora do convencional. conseguiu firmar caracteristicas proprias em seus filmes:

* Ausencia de Sobrenaturalismo

* Humor Negro

* Cenas de Nudez e Sexo

* Cenas de Violencia Extrema que sai do esteriotipado de terror adolescente

O filme não ganha pelo seu roteiro pobre mas ganha pela sua condução competente, uma edição agil, cenas violentissimas e um final ironico, Cabana do Inferno não é um classico hoje, mas se fosse lançado a 20 anos atrás, seria um classico supremo, hoje é apenas uma boa, competente e violenta diversão.

Não se esqueça do nome dele Eli Roth


Nota : 8,0

26 de maio de 2006

Alta Tensão




Tudo bem, voltei a fazer o que mais gosto de fazer: criticas de filme ou mais facil, resenhas
Isso até me ajudou a passar o tempo, estou recuperando um dom meu de escrever e ter a mente livre para fazer uma coisa gostosa
hoje eu não postarei um texto meu e sim uma critica de um filme que vi e que achei muito legal e que vai chegar nas locadoras em 10 de julho


o filme se chama Haute Tension (Alta Tensão)
aqui está a critica
Genero: Horror - Suspense
Elenco: Cécile De France, Maïwenn Le Besco, Philippe Nahon
Diretor: Alexandre Aja

Duas univesitarias, Marie e Alexia, vão passar uns dias na fazenda da familia de Alexia. O que era para ser dias de estudo e tranquilidade se torna, através de um estranho, momentos de puro horror. Esse é o ponto de partida do filme Alta Tensão (Haute Tension, França, 2003) de Alexandre Aja (The Hills Have Eyes, Eua, 2006).

O filme, em seus 90 minutos, transmite o que o nome propõe atraves de uma fuga da mocinha que se caracteriza pela atriz Cécile de France que consegue transparecer todo o horror qe sofre durante o filme que por sinal tem os principais elementos do sub-gênero do horror chamado terror real aonde se carateriza pela ausência de elementos sobrenaturais (fantasmas, demônios e etc.) e traz uma situação que poderia acontecer com qualquer um. Um exemplo disso é em O Albergue (Hostel, EUA-Europa,2006) de Eli Roth. e o filme Alta Tensão se encaixa nesse sub-gênero.

O roteiro, para alguns fãs ortodxos do gênero, consegue ser tão simples e agíl que com a ausência de sobrenaturalismo, que está sendo novamente desgatado com filmes medianos, ganha um fascinio a mais para o espectador por saber que esse tipo de história aconteceria com qualquer um na plateia. E nessa levada não podemos esquecer da figura principal do filme: O Assassino, ele consegue ter a crueldade de Jason e a do Leatherface (do Massacre da Serra Eletrica) juntos. A cada momento do filme, ele tem o fascinio de criar um tipo de sentimento que faz o espectador crie raiva dele e torça para que a moça detone ele no final. Ele também protagoniza as melhores sequencias do filme com seu jeito cruel e desumano, para se ter uma ideia, a cena mais leve dele é de se masturbar com uma cabeça decepada, com isso o espectador imagina-se: se isso for a cena mais leve, imagine a pesada...

Em aspectos tecnicos, o filme tem uma fotografia tipica de um filme francês (Recomendo Fabuloso Destino de Amelie Poulan e Rios Vermelhos), a maquiagem também é simples, mas consegue ser bem eficiente em seus momentos, principalmente nas cenas de assassinato. Um outro ponto positivo pro filme é que o filme tem muito, mas muito sangue ao ponto de pensar que ele consegue ser mais sanguiolento do que Kill Bill e O Albergue. A atuação da atriz Cécile De France ( O Albergue Espanhol e Bonecas Russas) consegue transparecer em seu rosto o mais puro horror por que ela transmite o filme inteiro medo e tensão ao ponto do espectador sentir medo na sua propria casa ou em lugares vazios. Se o filme fosse ruim (uma coisa que não é) a interpretação de Cécile de France e intensidades nas suas todas as suas cenas (incluindo uma cena de mastubação feminina que é show) é incrivel e ´já vale a locação em si.Mesmo com um filme de baixo orçamento, história simples com cliches favoritos do espectador (incluindo um final supreendente) o filme tem uma condução competente e agíl. Alexandre Aja acerta em cheio nessa grande viagem ao mais puro horror : O Horror Psicologico. Se você quer sentir medo, vais ter medo com esse filme

Nota: 9,0